Em boa recuperação, professor Fábio Paschoal deixa a UTI

Quadro clínico do professor de karatê melhora e família agradece por orações e carinho

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    • Tom Oliveira
ACidade ON - Araraquara
Professor de karatê Fábio Paschoal (reprodução Facebook)

 

O professor Fábio Paschoal, 48, tem se recuperado bem do traumatismo craniano que sofreu após um acidente de moto. Ele saiu da UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e está em um quarto do Hospital São Paulo.

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As visitas ainda seguem restritas, segundo sua esposa Márcia. “O quadro dele foi evoluindo melhor do que se esperava. Ele é guerreiro. Isso tudo por conta da vida saudável que sempre teve”, comenta.

Ainda é cedo para falar sobre alguma sequela, diz a esposa, que tem estado em constante contato com os médicos. Ela agradece às orações e demonstrações de carinho pelo sensei.

“Peço para quem gosta do Fábio continuem em prece de serenidade, confiança e agradecimento sempre. Esse é o ponto principal que está mantendo ele”, comenta. “Nosso sensei está voltando e estou muito, muito feliz.”

Vida dedicada ao esporte
Fábio Paschoal tem 48 anos e pratica karatê há mais de 30. Em duas décadas como professor ensinou centenas de alunos como professor na Prefeitura de Araraquara e em sua academia, que fica na Vila Xavier, próxima a sede do Corpo de Bombeiros.

“O Fábio é muito querido e respeitado. Tem uma história fantástica dentro do esporte como professor, árbitro e também diretor da Federação Paulista de Karatê (FPK). Temos que nos unir nesse momento e orar pela recuperação dele”, disse Édson Petroni, que é vice-presidente da Federação Paulista de Karatê.

O acidente
Segundo moradores, um Renault Clio, com placas de Américo Brasiliense, subia a Rua dos Bombeiros e avançou o sinal de pare, atingindo a moto guiada por Fábio Paschoal que foi arremessado violentamente contra o para-brisa do carro e bateu a cabeça.

Moradores que estavam na rua correram para ajudar a vítima. Muitos buscaram guardas-chuvas para amenizar o calor enquanto o resgate não chegava. Duas ambulâncias do Samu foram até o local para socorrer o carateca.

O jovem de 18 anos que dirigia o carro disse que não viu a moto. ““Eu vinha devagar. Tem aquele terreno vazio ali que dá visão de toda rua, eu não vi ele em nenhum momento, passei devagar. Eu juro que não vi ele”, repetia sem parar o rapaz, para amigos, enquanto chorava muito.
 


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