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Entulho descartado no Córrego do Tanquinho gera reclamação

Local será revitalizado no ano que vem e a obra custará R$ 500 mil

| ACidadeON/Araraquara

Até sofás são encontrados às margens do Córrego do Tanquinho (Foto: Milton Filho/CBN Araraquara)

Uma das obras eleitas pelo orçamento participativo de 2018, a de revitalização do Córrego do Tanquinho, no bairro Selmi Dei, Zona Norte de Araraquara, deve começar no início do ano que vem. A revitalização tem um custo estimado de R$ 500 mil, mas enquanto isso, moradores relatam o abandono da área, que se tornou ponto de descarte de lixo.  

A dona de casa, Margarida da Silva Oliveira, mora em frente ao córrego há 12 anos. "É muita sujeira que jogam aí", diz ela.  

O Córrego do Tanquinho, que corta o bairro Selmi Dei, faz parte de uma área de reflorestamento sob os cuidados do Departamento Autônomo de Água e Esgoto (Daae). Porém, vizinhos, como a dona de casa Sandra de Fátima Reis, alegam que a vegetação está tomada de lixo, mesmo tendo um bolsão de entulho a poucos metros. "Todos os tipos de móveis o povo joga aí, carriola de entulho, muito lixo que jogam aí", afirma ela.  

A área chegou a ser cercada pelo poder público, mas a cerca foi retirada e o espaço começou a ser invadido. Para os moradores, a situação do jeito que está também gera muita insegurança. "Tem também galhos espalhados que dificultam a visão e não conseguimos enxergar quem entra ali", diz Sandra Reis.  

Revitalização 
A revitalização da área foi eleita como uma das obras do orçamento participativo do ano passado e deve começar no início do ano que vem.  

Segundo o gerente de fiscalização e licenciamento ambiental do Daae, Artur de Lima Osório, a abertura do processo de licitação está prevista pro começo de dezembro.  

"A previsão é que as obras comecem no início do ano e engloba cercamemento, calçamento, lixeiras e placas educativas", diz ele.  

Mesmo sem a revitalização, o gerente do Daae afirma, que a área está sendo monitorada. "A área tem intervenções humanas que imprimem degradação, existem ocupações com hortas que não são cadastradas e algumas ocupações serão retiradas com a revitalização da área", diz ele.  

Para Maria de Fátima Nogueira, o espaço merece ser preservado. "Quando eu tenho tempo eu desço até lá e recolho o lixo. Todos precisam ajudar a conservar", finaliza ela.


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