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A música como instrumento de oração

Neste dia do evangélico, o portal foi conhecer um grupo de louvor, que investe na música como instrumento de oração

| ACidadeON/Araraquara


Dia do Evangélico: "A música aproxima você do criador" (Foto: Amanda Rocha)
Cada dia mais as igrejas evangélicas estão investindo no ministério de louvor. A música como forma de se aproximar de Deus. No dia 30 de novembro é comemorado o Dia do Evangélico e a reportagem do ACidadeOn ouviu integrantes do grupo de louvor da Igreja Vineyard, para contar um pouco sobre a rotina de fé destas pessoas.  

Tocar em um grupo de música de louvor a Deus sempre foi natural para Gabriel Medina. Filho de pastor, ele sempre esteve inserido no meio evangélico. Em Araraquara, ele já tocou em várias igrejas, inclusive com os músicos que toca atualmente na Igreja Vineyard.
"A gente se conheceu na igreja e seguimos uma filosofia que é servir a Deus, porque acreditamos que dependemos dele, que ele nos salvou através de Jesus Cristo. Isso é o que nos une, é um estilo de vida", conta.  

Gabriel, que é líder do Ministério, enfatiza que estar numa banda da igreja é algo além de apenas cantar e tocar, pois é um momento de comunhão com Deus através das músicas.  

"As músicas em si tem esse aspecto de nos emocionar, de nos alegrar ouvindo. Temos momentos mais íntimos, de maior celebração e é basicamente isso que a gente faz", diz. Sua esposa, Mariane Medina é uma das líderes do louvor, e a pequena Maitê, de um ano e meio, já fica atenta no colo ouvindo as palavras de adoração da mãe.  

Gabriel Medina é tecladista e líder do ministério da igreja Vineyard em Araraquara (Foto: Amanda Rocha)

As canções do grupo são traduzidas das músicas estrangeiras da igreja, pois a Vineyard é canadense. De estilo simples, mas que "pega" o ouvinte, o pop rock do grupo flui bem nos cultos, sem interferir.  

"A Vineyard preza um estilo mais simples que possa ser compartilhado em outras igrejas, então tocamos mais pop rock, as vezes arriscamos outro ritmo, tipo um baião", diz. 

Com 16 integrantes, divididos e m duas bandas instrumentais que se alternam nos cultos, e com quatro líderes de louvor, o grupo é eclético no gosto musical pessoal.  Tem gente, por exemplo, que gosta de samba, outros já preferem o heavy metal. E assim, conciliam seus gostos pessoais com a adoração.  

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Louvor e rock´n´roll  

Uma das influências sonoras de Antony Geraldo, de 36 anos, é o rock. O servidor público toca baixo no grupo da igreja e diz que gostar de rock não é problema, o importante é se conectar com Deus.  

"Gosto a gente sabe que não se discute. Em casa ouço rock. Mas pra vir no louvor existe uma palavra chave: renúncia. Então eu renuncio o meu gosto para o louvor em conjunto, além do que no louvor a gente se conecta com Deus, enquanto toca, ouve. Essa é uma mágica legal", conta.  

Antony Geraldo toca baixo no grupo da igreja e diz que gostar de rock não é problema, o importante é se conectar com Deus. (Foto: Amanda Rocha)

Antony também compõe e se inspira em situações cotidianas da vida e não deixa escapar nada: a inspiração pode vir a qualquer momento do dia.
"Eu gosto muito de música, então o fato de você tá usando aquilo que Deus te deu por talento, já basta. Você pode tocar um rock, heavy metal, trash metal, um baião, reggae, tudo na maior alegria. Se vem algo a mente, eu creio que não é a toa não, ponho no papel. Se um dia for gravar, melhor ainda se for edificar a vida de outras pessoas", conta.   

O poder da oração musical

Daniela dos Santos Maciel, 40 anos, pedagoga, cresceu no meio cristão musical. Aos 17 já cantava nos grupos de louvor das igrejas e aprendeu a fazer a voz contralto (voz mais grave) e backing vocal. Ela diz que as canções a aproximam mais de Deus, e que é algo muito pessoal.  

"A música tem um poder muito forte na vida das pessoas, tanto na parte neurológica ou emoções. Às vezes chegamos triste ou preocupada com alguma situação e quando você começa a cantar aqueles pensamentos vão sumindo, vai abrindo mais o coração", reflete. 

Para Daniela, as canções são a tradução do que ela crê e isso traz uma força maior para enfrentar os problemas da vida e a viver melhor. 

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