Aguarde...

cotidiano

Horta comunitária vai atender 25 famílias no São Rafael

Ideia é que o projeto seja levado também para outros bairros de Araraquara

| ACidadeON/Araraquara

Horta comunitária vai atender famílias do Jardim São Rafael (Foto:ACidadeOn)
 
A horta comunitária do Jardim São Rafael, na Zona Norte de Araraquara, está em fase de implantação. A expectativa é que em até 90 dias, alimentos, como cenoura, beterraba, alface, cebolinha, comecem a chegar a mesa de 25 famílias do bairro, tudo produzido numa horta comunitária e pelas mãos das próprias famílias beneficiadas. 

As famílias já foram selecionadas e o cuidado com a terra já começou. Além de frutas e verduras, a horta também vai cultivar ervas medicinais. Os alimentos serão produzidos pelas próprias famílias beneficiadas. O objetivo é combater a fome e ensinar as famílias a cultivar o próprio alimento. E tudo, sem o uso de agrotóxico.  

A dona de casa, Camila da Silva Marcos, de 27 anos, participa do programa, que começou no final do ano passado. Pra ela, esta é uma forma de ajudar muitas famílias que não tem o que por na mesa. "A horta tem muita importância porque estamos produzindo, comendo algo saudável sem ter que comprar", diz ela.  

A horta, que fica na Rua Benedito Vieira Góes, é um projeto piloto, que deve ser levado pra outras seis regiões da cidade. O espaço ainda está em fase de estruturação e teve produzir além de frutas e verduras, ervas medicinais.  

A gestora do programa Enedina Andrade, explica que o objetivo é combater a fome e ensinar as famílias a cultivar o próprio alimento. "A pessoa vai aprender desde as condições do solo até o que é agroecologia, além de aprender sobre os preparo e reaproveitamento de alimentos", diz.

Os alimentos são cultivados sem o uso de agrotóxicos. Atualmente, 25 pessoas participam do projeto, ou seja, 25 famílias produzindo o próprio alimento. Elas foram divididas em grupos, que revezam os cuidados com a horta.  

Todas selecionadas pelo Centro De Referencia e Assistência Social do bairro, como explica Marcelo Mazeta Luca, coordenador de segurança alimentar do município.  

"Essas pessoas são beneficiárias também de outros programas sociais", afirma.  

Após a colheita, os alimentos serão destinados as famílias. O excedente levado para o Banco Municipal de Alimentos.  

O vendedor autônomo, Jose Mendes Monteiro, de 48 anos, também participa do projeto. Ele defende o uso do espaço como forma de ajudar as famílias em situação de vulnerabilidade social.

Mais do ACidade ON