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Sete bairros de Araraquara estão com risco maior de transmissão da dengue

O monitoramento do mosquito é realizado por meio de 918 armadilhas foram implantadas em residências da cidade

| ACidadeON/Araraquara

Prefeitura realiza o monitoramento do mosquito (Foto: Mastrangelo Reino / Arquivo ACidade)
Sete bairros de Araraquara estão em alerta com risco maior de transmissão da dengue, segundo o MI-AEDES (Monitoramento Inteligente Aedes), utilizado pela Vigilância em Saúde. Altos de Pinheiros, Parque São Paulo, Jardim Biagioni, Lupo, Fonte Luminosa, Adalgiza e Mangiacapra estão em estágio três de circulação do mosquito.  

Outros três bairros estão na fase moderada, como Jardim das Estações, Santa Angelina e Jardim Eliana. Os demais são considerados satisfatórios e não há bairros com risco iminente.
O monitoramento é feito por meio de 918 armadilhas espalhadas em residências em toda cidade, que capturam as fêmeas do mosquito transmissor da dengue. Desta forma, é possível identificar qual região tem maior ou menor incidência de transmissão. 

Os dados obtidos criam um mapa interativo, que identifica as regiões por cores, nas quais verde é satisfatório, amarelo é moderado, laranja é alerta e vermelho é risco iminente.
Com essas informações, a Vigilância em Saúde é capaz de direcionar as ações do controle de vetores para os pontos com maior risco. Na última quarta-feira (7), por exemplo, o sistema identificou um terreno no Parque São Paulo com alto índice de transmissão de dengue, devido ao lixo e materiais descartados irregularmente.  

O coordenador de Vigilância em Saúde, Rodrigo Ramos, explica que Parque São Paulo e Altos de Pinheiros apresentam maior incidência de fêmeas do Aedes Egypti. "Vamos programar mutirões para os dois bairros", afirma.  

O sistema foi adotado após a epidemia registrada no ano passado. Foram mais de 23,5 mil casos confirmados, além de cinco mortes. Em 2020, já são mais de 200 casos.

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