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Araraquara tem 298 casos confirmados de dengue

A Vigilância Epidemiológica atuou nesta semana com ações de bloqueio aos criadouros do Aedes aegypti, o mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya

| ACidadeON/Araraquara -

 

Mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya. Foto: Divulgação

 A Vigilância Epidemiológica de Araraquara atuou nesta semana com ações de bloqueio aos criadouros do Aedes aegypti, o mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, nos bairros Quitandinha e também no centro da cidade.  

O coordenador da Vigilância em Saúde, Rodrigo Ramos, falou sobre as ações realizadas. 

 "Nessa semana nós estamos fazendo ações de bloqueio de criadouros nos bairros Quitandinha e centro e também foi feio bloqueio de transmissão no bairro vale verde com aplicação de nebulização e estamos fazendo cadastramento, fiscalização e orientação para catadores de reciclável de pequeno porte. Também estão sendo casas que estão para alugar para verificar se tem acúmulo de água no quintal, calhas e laje", diz.

Segundo a administração municipal, no momento, a Vigilância tem 110 residências mapeadas com problemas de acúmulo de lixo doméstico e materiais inservíveis, as quais são limpas com força-tarefa. 

Outra atividade realizada pela vigilância em saúde neste mês de outubro é a "Avaliação de Densidade Larvaria", que no momento ocorre nos bairros Jardim das Estações, Vila Gaspar, Centro, Águas do Paiol e Cambuy. 

"Esse trabalho vai possibilitar índices de infestação e quais áreas merecem maior atenção para fazer o controle do Aedes e qual tipo de criadouro o mosquito tem mais preferência para depositar os seus ovos", disse.

Desde o início do ano, a Vigilância contabiliza 298 pessoas que foram infectadas pelo Aedes na cidade. 

"Araraquara hoje tem 298 casos confirmados de dengue, nenhum caso de chikungunya nem casos de zika, todas doenças transmitidas pelo Aedes", contou. 

Rodrigo Ramos também reforça o apelo à população para que mantenha os cuidados necessários para o combate ao mosquito. 

"80% desses criadouros com larvas estão em casas habitadas e sem os cuidados devidos, então a gente pede e oriente a população a verificar os ralos externos , garrafas, tambor, lata. Tem que colocar em local coberto ou a parte aberta para baixo, importante colocar areia nos pratos do vaso e ficar alerta com as calhas e lajes se não há acumulo de água, esses sãos principais criadouros" enfatizou. 

Vale lembrar que o descarte irregular de lixo, resíduos sólidos, volumosos e queimadas em área urbana e rural causam danos à saúde e ao meio ambiente. A denúncia aos órgãos oficiais pode ser feita pelo telefone 0800 770 1595.





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