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AraraquaraCotidianoCorpo de pescador desaparecido é encontrado pelos Bombeiros de Araraquara

Corpo de pescador desaparecido é encontrado pelos Bombeiros de Araraquara

Bombeiros de Araraquara encontram corpo de pescador desaparecido no Rio Mogi-Guaçu após quatro dias de buscas

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O corpo do pescador Renan Fiochi Lima, de 35 anos, que estava desaparecido no Rio Mogi-Guaçu, em Rincão, foi localizado na noite da última sexta-feira (7) por uma equipe do Corpo de Bombeiros de Araraquara, nas proximidades de uma fazenda em Guatapará.

Com base em informações recebidas de populares, a equipe de salvamento foi até o local e encontrou o corpo do pescador enroscado em uma galhada. Foram quatro dias de intensas buscas pelo homem, que caiu no rio enquanto pescava com um amigo.

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PARA RELEMBRAR

Renan, morador de São Carlos, pescava ao lado do amigo João Gomes da Silva na última terça-feira (4), quando o barco em que estavam virou. Ele não conseguiu se apoiar, afundou e desapareceu nas águas do rio.

Silva confirmou que estavam sem colete salva-vidas no momento do acidente. Ele relatou que ouviu a vítima pedindo ajuda, mas logo depois não a viu mais.

“Eu desci para o fundo [do Rio Mogi-Guaçu], tomei água, subi e escutei ele só falando: ‘Me ajuda’, se debatendo de um lado para o outro, mas aí já não vi mais nada”, lembrou.

Segundo ele, o acidente ocorreu depois que a linha de pesca da vara segurada pela vítima arrebentou, fazendo com que perdesse o equilíbrio. “Foi muito rápido. Subimos o rio, armamos umas redinhas e, na última rede, levamos umas iscas. Nisso, enroscou o anzol, ele pensou que era um peixe e começou a puxar. Ele se levantou na traseira do barco e forçou. Quando a linha estourou, ele caiu de costas e o barco virou”, relatou em entrevista à EPTV.

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O colega conseguiu se segurar na embarcação até alcançar um local seguro para pedir ajuda. No ponto onde ocorreu o afogamento, o rio tem entre 12 e 13 metros de profundidade.

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A correnteza e a profundidade do rio dificultaram o trabalho dos Bombeiros. “Tem muito galho e madeira, o que complica a busca. Nossa esperança era que, com os mergulhadores, ou com o tempo, o corpo pudesse emergir”, lamentou um voluntário e cunhado da vítima.

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