
Houve congestionamento, na manhã desta quinta-feira (08), na Avenida Maria Antônia Camargo de Oliveira, a Via Expressa, em Araraquara. O trânsito foi interditado na altura do Terminal Central de Integração (TCI).
A Prefeitura deu início a um monitoramento periódico para avaliar as condições da via. A medida atende a um pedido do Ministério Público do Estado.
“É a primeira vez que vejo isso assim. Para mim é bom, pois quanto mais carros, mais panfletos eu entrego”, brincou Robinson Luiz Vitali da Silva, que entrega panfletos em semáforos há sete anos.
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Por conta da interdição, muitos carros ficaram presos no congestionamento e foram obrigados a desviar pela Avenida Dom Pedro II no sentido Rua Antônio Prado.
A professora de música, Mônica Marques, ficou parada no trânsito por mais de 20 minutos. Para ela, faltou orientação para que os condutores evitassem este trecho.
“Está prejudicando todo o meu dia. Tinha uma programação, ninguém me avisou que estaria interditado e que teriam outras vias para gente ir. Sem isso estamos aqui parados, no meio do trânsito e sem ter para onde ir. Não teve nenhum aviso prévio e esse é o problema”, afirmou.

O trecho sob o Terminal de Integração, onde houve a interdição possui o sistema de galerias mais antigo de toda a extensão da Via Expressa, que foi construída em etapas, ao longo das últimas décadas, com a canalização do Córrego do Ouro e do Córrego da Servidão.
O trabalho de levantamento planimétrico tem como objetivo preparar o projeto para que os reparos nas galerias sejam executados no período de estiagem de 2023, caso sejam necessários.

A dona de casa Jussara Souza saiu de Pirassununga com a família para buscar passaporte na Polícia Federal de Araraquara. Ela disse que placas deveriam ter sido instaladas antes avisando sobre a interdição.
“Tá muito difícil. A gente tem horário e não nos programamos pra demorar no trajeto. Deveriam ter sinalizado melhor bem antes deste ponto”, concluiu.
