O Ministério da Saúde colocou Araraquara, Américo Brasiliense e Matão em uma lista prioritária no combate à dengue. Juntas, as três cidades somam mais de 12,4 mil casos e têm quatro mortes confirmadas.
Dos 80 municípios brasileiros que aparecem nesta lista, 55 estão em São Paulo. O estado também concentra a maioria das mortes registradas no país, com 305 óbitos confirmados neste ano.
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De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a situação no estado preocupa por conta da circulação do sorotipo três da dengue, que não era registrado no Brasil há aproximadamente 15 anos.
“Tem uma questão importante em São Paulo, que é a entrada do sorotipo três. Mais de 70% dos casos são do sorotipo três, o que alerta para todos nós, pois isso pode significar um grande número de casos concentrados no estado de São Paulo e nos estados que fazem divisa, como Paraná e Minas Gerais. Contudo, é papel das outras regiões do país não deixar esse sorotipo chegar”, alertou o ministro.
Estão na lista prioritária municípios com mais de 80 mil moradores e/ou com pelo menos 50 casos de dengue para cada 100 mil habitantes.
Essas cidades poderão solicitar apoio da Força Nacional de Saúde, que inclui orientação para redirecionar atendimentos, apoio especializado e até a montagem de tendas de hidratação com capacidade para até 100 leitos.
O Ministério da Saúde também divulgou um guia para equipes de enfermagem, que dá autonomia aos profissionais para indicação de exames, medicamentos e hidratação na rede de emergência, além de um manual para agentes de saúde e atualizações técnicas.
“Tradicionalmente no Brasil, acredito que isso vai continuar acontecendo, abril e maio são os meses de maior número de casos na região sudeste, que é a mais populosa do país. Então, devemos fazer uma avaliação da tendência até este momento e nos preparar ainda mais para os meses de abril, maio e junho. Todas as ações apresentadas aqui têm esse foco, que é exatamente para nos prepararmos para este período”, concluiu o ministro. (Com informações da EPTV)
“Tradicionalmente no Brasil, acredito que isso vai continuar acontecendo, abril e maio são os meses de maior número de casos na região sudeste, que é a mais populosa do país. Então, devemos fazer uma avaliação da tendência até este momento e nos preparar ainda mais para os meses de abril, maio e junho. Todas as ações apresentadas aqui têm esse foco, que é exatamente para nos prepararmos para este período”, concluiu o ministro. (Com informações da EPTV)
