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AraraquaraCotidianoMoradora de Araraquara perde mais de R$ 2 mil no golpe da falsa central de atendimento

Moradora de Araraquara perde mais de R$ 2 mil no golpe da falsa central de atendimento

Caso foi registrado nesta quinta-feira (1º) no Plantão Policial de Araraquara e será investigado pela Polícia Civil

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Uma moradora de Araraquara, de 31 anos, perdeu mais de R$ 2 mil ao ser vítima do golpe da falsa central de atendimento. O caso ocorreu na última quarta-feira (31), porém, foi registrado somente nesta quinta-feira (1º) no Plantão Policial para ser investigado.

À Polícia, a vítima disse ter recebido uma ligação da suposta central de atendimento de seu banco informando que estavam tentando fazer uma compra online usando sua conta. Do outro lado da linha, o golpista informou que seu dinheiro estaria protegido se a mulher fizesse uma transferência via Pix no valor de R$ 2.021 para um código que lhe foi passado.

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Somente após realizar a operação bancária é que a mulher percebeu ter sido vítima de um golpe. Diante da situação, ela procurou o Plantão Policial de Araraquara e foi orientada.

DICAS PARA EVITAR SER VÍTIMA DE GOLPES

Em meio ao aumento recente de casos, o Procon de Araraquara divulgou material apresentando orientações para o consumidor ficar atento ao modo como os golpistas agem. Falso empréstimo, proteção de dados, segurança na internet, promoções duvidosas e pagamentos por pix estão entre as dicas do órgão. A Polícia também deve ser acionada em todos os casos.

O primeiro ponto alertado pelo Procon é que os bancos não solicitam ao cliente que corte o cartão ao meio para retirada por um funcionário na casa do cliente. Nesse tipo de ação, os golpistas querem o chip do cartão para realizar compras e até mesmo transações bancárias.

Não informar dados por telefone, aplicativos de mensagens ou SMS para pessoas, ou empresas que a pessoa não conhece também é essencial. Se alguém que você conhece pedir para fazer “selfies” segurando o documento também deve gerar desconfiança, afinal, pode ser golpe. Em alguns casos, a imagem da pessoa pode ser usada como uma assinatura digital para a realização de compras, financiamentos e até mesmo empréstimos.

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Já em relação a compras pela internet, os bancos digitais ou instituições financeiras apenas realizam a transação de pagamentos e recebimentos, não sendo responsáveis pelos produtos vendidos. Eles apenas emitem o boleto e destinam o valor ao vendedor.

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A orientação também é não comprar por links em aplicativos de mensagens, Facebook, WhatsApp, ou Instagram. Na maior parte das vezes, eles podem ser a porta de entrada para golpes. É preciso ficar atento também com sites falsos e, claro, vale fazer uma busca antes.

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Desconfiar de ofertas na internet onde os valores dos produtos são muito baixos. A dica do Procon Araraquara é fazer uma pesquisa em outros sites para saber uma média de valor do produto que está pensando em comprar. Também é possível conferir o selo de verificação WhatsApp Empresas, que mostra se a conta foi verificada e confirmada como oficial.

EMPRÉSTIMOS CONSIGNADOS E BENEFÍCIOS DO INSS

Cada vez mais comum no Plantão Policial de Araraquara, o golpe do empréstimo consignado e do benefício do INSS tem causado dor de cabeça. A primeira dica é bloquear o consignado através do site ou app do INSS, assim nenhum empréstimo é feito sem autorização.

O Procon Araraquara também orienta o consumidor a não aceitar ofertas feitas por mensagens de aplicativos, ou ligações telefônicas. Se precisar de empréstimo, a melhor opção ainda é ir até o estabelecimento financeiro e buscar o máximo de informações sobre ele.

Também não se deve devolver valores por boletos ou transferências feitas em nome de pessoas físicas. Na dúvida, procure o Procon para ter uma orientação sobre o assunto. Assim como, se recebeu um empréstimo sem autorização ou descobriu que tem algum sendo descontado de seu benefício, busque o auxílio do órgão imediatamente.

TRANSFERÊNCIAS E GOLPES PELO PIX

Os golpes envolvendo o pix e transferências bancárias também estão sempre movimentando o Plantão Policial. A primeira informação importante é que o pix é uma forma de transferência imediata e, por isso, o consumidor deve se certificar de estar fazendo a transferência para a pessoa correta. Só faça pagamentos se tiver certeza que é para a pessoa certa.

Normalmente, a chave pix de estabelecimentos comerciais são seu próprio CNPJ. Se for estabelecimento de grande porte, como lojas de departamentos, redes de supermercados, dificilmente a chave terá dados de uma pessoa física ou CPF, por exemplo.

Também é importante não fazer pagamentos ou transferência de qualquer valor para familiares quando o pedido vem por aplicativos de mensagens como o WhatsApp. Antes de transferir o dinheiro, faça uma ligação, uma chamada de vídeo, ou mande um vá dar um abraço pessoalmente nela para entender a necessidade da sua ajuda. Evite imediatismo.

Por fim, não menos importante, se a pessoa disser que mudou o número do telefone por uma mensagem no aplicativo e pedir para você adicionar o novo contato, desconfie. Vale ligar para ela antes de passar qualquer informação pessoal, ou até mesmo dados e transferência.

Caso tenha sido vítima de qualquer um desses golpes, a orientação é procurar o Plantão Policial para registrar a ocorrência. Alguns casos podem ser registrados através da delegacia eletrônica (Clique e registre o BO). O Procon também é um aliado em muitos casos e atende na Rua Professor Dorival de Oliveira, 164, atrás do hospital São Paulo. É possível ainda entrar em contato por telefone através do (16) 3301-3131 ou WhatsApp (16) 99701-0120.

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