“Não é o mesmo menino de antes.” É assim que a dona de casa, Tais dos Santos Pereira, de 30 anos, refere-se ao filho Caio, de 5. O garoto, que é de Araraquara, está se recuperando depois de um período de 43 dias internado.
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“Ele não conversa direito ainda. Eu sei que ele lembra de algumas coisinhas e me fala, mas ainda está debilitado, não é o mesmo menino de antes. Ele conversa baixinho, mas não raciocina, fica muito quietinho, por isso que eu estou correndo para fazer as terapias”, disse.
Em maio, Caio teve quadro de tosse seca, que, para os médicos, tratava-se de uma alergia, decorrente do tempo seco e das queimadas.
Sem que o medicamento prescrito inicialmente fizesse efeito, o garoto teve uma piora, foi levado para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Central, onde foi medicado, teve reação e precisou ser intubado pela primeira vez.
Meu chão caiu, foi muito rápido, foi um susto. A gente não esperava mesmo, porque ele nunca ficou doente, nunca teve nada.
Tais dos Santos Pereira – mãe do Caio
Caio permaneceu 18 dias hospitalizado na Gota de Leite, depois foi transferido para o Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, onde permaneceu por mais 18 dias. Por fim, foi levado para a Santa Casa de Araraquara, onde ficou hospitalizado por mais uma semana.
Neste período, o garoto foi intubado e extubado sete vezes. Atualmente, está fazendo o desmame de três medicamentos sedativos, utilizados durante as intubações.
Ainda na UPA Central, a criança foi diagnosticada com laringite bacteriana. Mas a família ainda investiga o que motivou a piora que levou à intubação da criança. “Nunca imaginei na vida que poderia piorar esta laringite, ficar tão grave e atacar tão feio como foi”, comentou Tais.
A mãe contou que o filho perdeu oito quilos e que, segundo os médicos, deve levar cerca de três meses para se reabilitar.

Ela também é mãe do Victor, de 9, com Síndrome de Down, e Stefany, de 13, que tem deficiência intelectual. Na mesma semana em que Caio adoeceu, seus irmãos tiveram pneumonia.
Para ajudar com as despesas da casa, como o aluguel, ela depende do BPC (Benefício de Prestação Continuada), que foi insuficiente para despesas durante o período em que o Caio ficou hospitalizado.
Tais, então, pediu dinheiro emprestado para um parente e fez rifa para custear as despesas. A família também precisou de cesta básica.
Agora, ela está precisando de ajuda para custear as sessões de fisioterapia e fonoaudiologia do filho, além de investigar o que provocou a reação ao medicamento que levou à intubação.
“Estou preocupada porque ele precisa se reabilitar, começar a andar, saber se não afetou o neurológico dele, ver como vai ser. Infelizmente, pelo SUS é muito demorado“, afirmou.
Para ajudar o Caio, basta fazer uma transferência bancária para a chave PIX (16)9.9617-3142 em nome de Tais dos Santos Pereira.
