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Após briga no trânsito, falso policial aponta arma na cabeça de motorista no Centro

Discussão começou depois que motoqueiro avançou sinal de parada; Polícia Civil apura o caso

| ACidadeON/Araraquara

Polícia vai apurar o caso
Essa semana um caso chocou a região: uma discussão no trânsito terminou com um tatuador executado com cinco tiros dentro do carro, em São Carlos. O medo de lá parece não intimidar as demais pessoas por ai. Hoje, em Araraquara, um motorista procurou a Polícia Civil para denunciar ter sido ameaçado por outro homem, que se passou por policial, e encostou uma arma na sua cabeça depois de uma cobrança pelo avanço do semáforo vermelho.

O motorista de 36 anos, morador do Quitandinha, contou aos policiais que circulava com a sua moto até se envolver na confusão no cruzamento da Rua Carlos Gomes com a Avenida Djalma Dutra, no Centro. Outro motoqueiro atravessou o semáforo no sinal vermelho um pouco antes e quase o atingiu. Para não cair, ele freou bruscamente. Nervoso, foi atrás do motoqueiro para questioná-lo o porquê de ter avançado a sinalização obrigatória.

Quando o encontrou, a surpresa: o motociclista sacou uma arma que estava na sua cintura e partiu para cima encostando o cano da arma na sua cabeça. Não contente, segundo o motorista, ainda gritou: "Seu bosta, o que foi? Eu estouro a sua cabeça agora, sou polícia", teria dito o motoqueiro sem mostrar qualquer funcional e agindo de maneira totalmente contra as normas de segurança estabelecidas pelas forças de segurança.

Em seguida, o motoqueiro, que fingiu ser policial, entregou a arma para uma mulher que estava na garupa, pegou o celular e fez uma imagem do motorista. Ainda alterado, o homem tirou a camisa e chamou o motorista para a briga. O motorista foi embora e evitou a tragédia. A câmera de um supermercado no cruzamento flagrou a cena. As imagens serão requisitadas pela Polícia Civil para o desenvolvimento do inquérito.

Ao ACidadeOn, o delegado Geriel Dal Ri, do 2º Distrito Policial, disse já ter suspeitas sobre o motociclista que estava armado. "Sabemos que não é um policial. Não sabemos, até o momento, se a pessoa teria o porte da arma. Vamos confirmar a identidade e chamá-lo para ser ouvido", afirma o delegado que recebeu do denunciante a placa da moto. O caso está sendo investigado como crime de ameaça.

Mais ameaça

Outro caso também passa a ser apurado pela Polícia Civil. Um funcionário público de 31 anos, morador da Vila Xavier, disse que desde o mês passado, um carro, Gol, na cor verde, com as placas encobertas com sacos de lixo, passa em frente a sua casa e o motorista faz gestos apontando o dedo como se fosse mata-lo. Ele, até o momento, desconhece o motivo.

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