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Com helicóptero da PM, Promotores fazem operação contra o tráfico em Araraquara

Promotores e agentes do Gaeco estão na operação com apoio da Polícia Militar

| ACidadeON/Araraquara

Águia polícia militar (Amanda Rocha/ACidadeON)
Promotores e agentes do Grupo de Atuação e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) com apoio de equipes da Polícia Militar (PM) deflagraram na manhã desta sexta-feira (28), em Araraquara, com auxílio do helicóptero Águia, de Ribeirão Preto, uma operação voltada ao tráfico de drogas. Bairros como Jardim das Hortênsias, São Rafael, Itália, Parque São Paulo, entre outros foram o alvo da ação.   

De acordo com o Gaeco, a operação batizada de Suricatta estava voltada ao cumprimento de mandados de prisão temporária e de buscas em combate ao tráfico de drogas. Foram cumpridos nesta manhã dez mandados de busca, dez de um total de 11 mandados de prisão temporária expedidos, permanecendo um foragido, bem como foi apreendido um adolescente.

Durante a investigação foram presas em flagrante de tráfico de drogas outras cinco pessoas. A investigação iniciada há alguns meses pelo Gaeco tinha como alvo uma região específica da cidade, de reduzida população, mas onde foram apreendidas mais de 35% do volume de drogas de toda a cidade. Os alvos são lideranças do tráfico atuantes na localidade.

Mais de 60 policiais militares, entre Força Tática, ROCAM, Canil e Águia, participaram da operação. Com a ajuda do canil foram localizados tambores enterrados em área verde defronte à casa de um dos presos, contendo quilos de crack. Na residência, também foi localizada uma arma de fogo e munições.

Foram apreendidos, em outros locais, farta quantia em dinheiro vivo (cerca de R$ 20 mil), microtubos plásticos para embalagem de cocaína (600 mil unidades), em poder de pessoa que fornecia esse material para traficantes, veículos, além de aparelhos eletrônicos.

Casas de traficantes contavam com cofres escondidos dentro das paredes para guardar dinheiro e drogas. As prisões temporárias foram decretadas pelo prazo de 30 dias, durante os quais o Ministério Público deverá ouvir os presos e examinar as provas apreendidas para apresentar ação penal. Os suspeitos podem responder por crimes de associação para o tráfico, tráfico de drogas, posse de arma e munição e lavagem de dinheiro.

 


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