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Cachaça Premium de Américo fica entre as 20 melhores do País

Três rótulos da Cachaça Sebastiana, produzida na Cidade Doçura, ficaram entre as 50 melhores do Brasil

| ACidadeON/Araraquara

Carlos Mattos é o produtor da cachaça Sebastiana, em Américo Brasiliense. (Foto: Amanda Rocha/ACidade ON)
 

Américo Brasiliense vem ganhando destaque no cenário nacional com uma velha conhecida dos brasileiros: a cachaça.  É que a cachaça Sebastiana, produzida na Cidade Doçura, ficou entre as 20 melhores do Brasil. A bebida ficou com a oitava e décima colocação das Cachaças Premium e Extra Premium, além da 19ª posição na categoria Armazenada e Envelhecida. A escolha é da Cúpula da Cachaça, que avaliou 960 produtos produzidos por alambiques em diferentes cantos do País. 

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A escolha das melhores cachaças de 2020 acontece em três etapas, sendo a primeira através do voto popular que envolve 960 rótulos e a segunda com 250. Na última fase ocorre degustação às cegas com as 50 melhores cachaças do País, e o resultado divulgado após degustações das cachaças identificadas com um número aleatório e avaliadas pelo visual, aromas, sabores e personalidade. 

"Cada cachaça recebe uma ficha técnica, vamos dizer assim, onde ganham notas nos quesitos principais da bebida como pujança alcoólica, coloração correta ou não, em relação ao produto que está sendo analisado, além de possíveis defeitos. A partir daí eles fazem o julgamento. Este ano passaram a julgar como diz a Lei para cachaça branca, envelhecida, Premium e Extra Premium", explica o produtor da Sebastiana, Carlos Alberto de Barros Mattos.  

VEJA VÍDEO E CONHEÇA MAIS SOBRE A CACHAÇA SEBASTIANA: 


Mattos comemora as posições dos três rótulos da Sebastiana na avaliação, porém, aponta a necessidade de aprimorar o processo de produção. Estar entre as melhores do Brasil, na avaliação de Carlos, também proporciona destaque no mercado e muda o conceito e percepção sobre a qualidade do produto. 

"Isso mostra que estamos no caminho certo, mas sou rígido e crítico comigo mesmo. Não aceito uma oitava colocação, pois acho que temos produto para ficar bem melhor e se não ficou é porque fiz algo errado. Então nos faz aprimorar o processo de produção e junto com isso, uma avaliação de nossa empresa, que está classificado entre as 20 melhores do País, o que abre portas na hora de entrar em um cliente difícil", afirma.  

A Sebastiana
Produzida na Fazenda Santa Rufina, às margens da Rodovia Antonio Machado Santanna (SP-255), no quilometro 60,5, a cachaça recebe tratamento especial desde o plantio da cana, até o envelhecimento da bebida em tonéis de Castanheira e Carvalho Americano. Há ainda bebidas que possuem envelhecimento misto, em tonéis de uísque escocês, por exemplo. 

Com origem familiar, desde a década de 1960, na cidade de Ibaté, região de São Carlos, a cachaça inicialmente era chamada de Perna de Moça. Mais tarde, após estudo de mercado e modelos de fermentação, a produção passou para a fazenda Santa Rufina, em Américo Brasiliense e passa a chamar Sebastiana.  

De lá para cá, são cinco anos de produção com o novo rótulo, sendo anualmente envazados 50 mil litros da bebida tipicamente brasileira, além da participação em diferentes concursos e uma espécie de coleção de prêmios, como a medalha de Ouro em 2015 em São Francisco e Nova Iorque, além de 2016, também em São Francisco o Ouro Duplo e Best In.

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