A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo reforçou o alerta para a vacinação contra o sarampo após a confirmação do segundo caso da doença no estado em 2025. O paciente é um homem de 27 anos, não vacinado, morador da capital paulista, que havia viajado recentemente ao exterior. Ele recebeu atendimento médico e já teve alta.
Assim que o diagnóstico foi confirmado, a vigilância epidemiológica estadual iniciou as medidas previstas em protocolo, como a notificação imediata, investigação do caso, busca ativa de contatos e intensificação da vacinação. As ações ocorrem de forma integrada com a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo e o Ministério da Saúde.
De acordo com a SES-SP, o primeiro caso do ano foi registrado em abril, também na capital. Por se tratar de uma doença de alta transmissibilidade, qualquer suspeita deve ser comunicada imediatamente às autoridades de saúde para evitar a disseminação do vírus.
A secretaria destaca que a vacina é a principal forma de prevenção. A tríplice viral, disponível na rede pública, protege contra sarampo, rubéola e caxumba. O estado informa que mantém estoques regulares do imunizante e orienta a população a conferir a carteira de vacinação, principalmente antes de viagens nacionais ou internacionais.
O esquema vacinal varia conforme a faixa etária. Crianças de 6 a 11 meses podem receber a chamada “dose zero” em situações de maior risco, sem substituir as doses do calendário regular. A partir de 12 meses, o esquema prevê duas doses. Adultos de até 59 anos também devem se vacinar caso não tenham comprovação anterior.
Profissionais das áreas de saúde, educação, turismo, transporte, hotelaria e alimentação devem manter a vacinação em dia, conforme orientação do Ministério da Saúde.
Para esclarecer dúvidas, o governo paulista mantém o portal Vacina 100 Dúvidas (Clique aqui), com informações sobre imunização, eficácia das vacinas e riscos da não vacinação.
