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O orgulho de Araraquara e do Brasil

Conheça a história da Ferroviária de Araraquara

Resultado da força e união dos trabalhadores da antiga empresa Estrada de Ferro Araraquara (EFA), a Associação Ferroviária de Esportes ‘nasceu’ em 12 de abril de 1950 e desde então possui história que se confunde com a da Morada do Sol e seu povo, sendo orgulho para todo araraquarense. A população que possui um dos times mais tradicionais do País, tricampeão do interior e celeiro de grandes atletas, como por exemplo, Dudu, Téia, Baiano, Wilson Carrasco, Mauro Pastor, Vica e o craque Bazani.

Na sua reunião de fundação, articulada por Antônio Tavares Pereira Lima, ficou definido que o time levaria as cores grená e branco, com escudo semelhante ao da EFA, porém, com as letras invertidas. O time apareceu pela primeira vez no Campeonato Paulista da primeira divisão no ano de 1956. Dez anos mais tarde, o time que havia sido rebaixado retorna à elite com a conquista da segunda divisão, em 1966. Nos anos seguintes, em 1967, 1968 e 1969, o time conquistou o Tri Campeonato Paulista do Interior. Permaneceu na elite por 30 anos e figurou entre os grandes clubes brasileiros. Em 1996 um novo rebaixamento no Campeonato Paulista, retornando apenas 20 anos depois, após o título do Campeonato Paulista Série A2, em 2015.

Em meio a idas e vindas pelas divisões de acesso do Paulistão, a Ferroviária mergulhou em uma crise financeira, surgindo em 2003 a Ferroviária Futebol S/A. À época, a Locomotiva disputava a Série B1 do Campeonato Paulista. O objetivo da empresa era resgatar a história de tradição do futebol araraquarense e conseguiu já no ano seguinte seu primeiro acesso – à Série A3 -, garantido em 2004. Em 2007, a Ferroviária retornou para a Série A2 do Paulistão e com a conquista da Copa Paulista no ano anterior garantiu vaga na primeira fase da Copa do Brasil. Jogando contra o Juventude, a Locomotiva atropelou em casa por 3 a 1, mas não resistiu em Caxias do Sul e ‘caiu’ por 2 a 0. Com a reforma da Fonte Luminosa, o time mandou seus jogos no Estádio Municipal do Botânico e foi novamente rebaixada à Série A3. Em 2010, novo retorno à Série A2.

Sob o comando do técnico Milton Mendes a Ferroviária foi campeã Paulista da Série A2 e ‘carimbou’ seu retorno à elite do futebol paulista. 19 anos longe da Série A1 e após chegar praticamente na última divisão do estadual, a Locomotiva garantiu o título com oito pontos de vantagem sobre o segundo colocado, terminando com 44 pontos, sendo 14 vitórias, dois empates e três derrotas. No ano seguinte ao acesso, em 2016, além do Paulistão onde derrotou o Palmeiras em pleno Allianz Parque por 2 a 1, a Ferroviária voltou a disputar a Copa do Brasil, sendo eliminada na segunda fase contra o Fluminense – antes eliminou o Salgueiro. No segundo semestre, após boa campanha na primeira fase, a Ferrinha foi vice campeã da Copa Paulista após perder para o XV de Piracicaba.

Em 2017 novo título da Copa Paulista, ao bater a Inter de Limeira nos pênaltis. Já no Paulistão, destaque para as vitórias contra o Santos na Vila Belmiro, por 1 a 0 e o Corinthians, na Arena da Fonte, pelo mesmo placar. Na Copa do Brasil, melhor para o ASA que passou de fase após empate por 1 a 1. A temporada de 2018 começou com expectativa do torcedor, pois o time voltava a disputar uma divisão nacional: a Série D do Campeonato Brasileiro. No Paulistão, a Ferroviária venceu apenas duas de 12 partidas, encerrando a primeira fase com 13 pontos, três a mais que o último rebaixado Linense. Na Série D, de seis partidas o time conseguiu três empates e três derrotas, sendo eliminado na primeira fase. A sorte começou a mudar na Copa Paulista, quando a equipe emplacou a melhor campanha da primeira fase, perdendo apenas a final – a quarta seguida disputada pelos afeanos -, para o Votuporanguense, nos pênaltis.

Conquistas


Campeã Paulista do Interior – 1967, 1968 e 1969
Campeã Copa Paulista – 2006 e 2017
Campeã Paulista Série A2 – 1966* e 2015
* em 1966, o torneio de acesso se chamava Paulista da Segunda Divisão.

Maior jogador afeano:
Olivério Bazzani Filho, o Bazani, foi o maior artilheiro da história da Associação Ferroviária de Esportes, com 244 gols. O atleta, também conhecido como “Rabi” vestiu o manto grená 758 vezes, entre os anos de 1954 e 1976. Atuou também pelo Corinthians entre 1963 e 1964. É o jogador que mais vezes vestiu a camisa da Ferroviária e maior ‘colecionador’ de títulos: campeão dos acessos de 1955 e 1966, além de Tri Campeão do Interior em 1967, 1968 e 1969.

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