A Ferroviária iniciou a Série A2 do Campeonato Paulista com um empate sem gols diante do Osasco Sporting, fora de casa, na última sexta-feira (9), e saiu de campo com a avaliação de que o desempenho foi impactado pelo curto período de preparação. A análise é do técnico Rogério Corrêa, que apontou as dificuldades enfrentadas pela equipe no Estádio José Liberatti.
Segundo o treinador, ao time de Araraquara teve apenas três semanas de trabalho antes da estreia, o que pesou especialmente em um jogo fora de casa e em condições adversas. A chuva que atingiu Osasco deixou o gramado com poças de água, dificultando a troca de passes e o desenvolvimento das jogadas.
“Foi um jogo complicado pelo pouco tempo de preparação que tivemos. Estrear fora de casa, em um campo pesado, com muita água, acaba interferindo bastante”, afirmou Corrêa após a partida.
Rogério Corrêa, técnico da Ferroviária
Dentro de campo, a Ferroviária criou poucas oportunidades ofensivas e priorizou a organização defensiva. O Osasco Sporting levou mais perigo ao gol defendido por Dênis Júnior, mas a Locomotiva conseguiu segurar o resultado e somar um ponto na abertura da competição.
Apesar da atuação discreta, o treinador avalia que o cenário já era esperado e vê espaço para evolução ao longo das próximas rodadas. Corrêa aponta a necessidade de ajustes no entrosamento e na parte física para que o time apresente um rendimento mais consistente.
“A gente sabia que isso poderia acontecer. Precisamos de tempo para ganhar entrosamento e melhorar fisicamente. Tenho certeza de que a Ferroviária vai crescer e conquistar as vitórias necessárias”, completou.
Rogério Corrêa, técnico da Ferroviária
O próximo compromisso da AFE será nesta quarta-feira (14), às 20h, na Arena da Fonte, em Araraquara. O duelo marca o retorno da equipe ao estádio, onde não vence desde 8 de agosto de 2025, quando superou o Amazonas pela Série B do Campeonato Brasileiro.
