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Barbieri defende unificação das eleições e mandato de cinco anos ao Executivo

Ex-prefeito de Araraquara é um dos defensores do tema na Confederação Nacional dos Municípios (CNM)

| ACidadeON/Araraquara


Ex-prefeito Marcelo Barbieri (MDB) atua na Confederação Nacional dos Municípios (CNM).


Atuando na Confederação Nacional dos Municípios (CNM), o ex-prefeito de Araraquara, Marcelo Barbieri (MDB) tem sido um dos ferrenhos defensores da Proposta de Emenda a Constituição (PEC) 47/2015, que pretende alterar a Constituição Federal para unificar as eleições, fixar o mandato de cinco anos, proibir a reeleição e alterar a data de posse dos chefes do Executivo. 

A proposta tramita no Congresso Nacional e aguarda uma decisão da Mesa Diretora para entrar em discussão no legislativo brasileiro. Caso aprovado, as eleições aconteceriam apenas em 2022 e não em 2020, e seria para governadores, prefeitos, presidente da República, deputados estaduais, vereadores, deputados federais e senadores. Outra mudança seria a posse aos chefes do Poder Executivo ser fixada entre 4 e 15 de janeiro. 

"Estou engajado e envolvido em um projeto de aprovação da PEC que unifica as eleições. Eu acho que deve ter eleição em 2022, única e mandato de cinco anos para prefeito sem reeleição. Estou engajado porque a CNM, onde presto serviços, tomou essa decisão com os 27 presidentes de entidades estaduais e vai aguardar o que vai ser decidido lá no congresso nacional, mas é o que estou me posicionando", explica Barbieri.  

Um dos pontos ressaltados pelo ex-prefeito de Araraquara é o custo das eleições no País. Na análise de Marcelo Barbieri, a unificação do processo eleitoral iria ajudar a aliviar os cofres do Governo Federal, que gastaria apenas uma vez a cada cinco anos com os brasileiros nas urnas para eleger políticos aos diferentes cargos. Atualmente, as eleições são realizadas com um intervalo de dois em dois anos. 

"São R$ 3 bilhões ao ano que nós estamos gastando, sem contar o que se gasta indiretamente. Por exemplo, em Araraquara a Prefeitura paga os aluguéis dos cartórios eleitorais da cidade, coloca os funcionários lá e isso não conta. Estamos falando de R$ 3 bi só do que custa a eleição. Estamos em uma situação econômica que não está boa, vivemos um momento difícil, o desemprego infelizmente voltou a crescer, a perspectiva de crescimento não bate 1%, é uma situação complicada", finaliza. 

Ao menos cinco propostas de emenda à Constituição (PECs) estão em tramitação no Senado Federal e encerram a possibilidade de reeleição para presidente da República, governadores e prefeitos. São as PECs 19/2015, do Senador Telmário Mota (PDT); 30/2015 de Romero Jucá (MDB); 37/2015 de Donizete Nogueira (PT); 47/2015 de Fernando Bezerra Coelho (PSB); e 49/2015 de Aécio Neves (PSDB).

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