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Política

Prefeitura retira PCCV da Câmara para não travar pauta de votação

Prazo para discussão do projeto terminaria essa semana e por isso foi retirado; Edinho diz que está em fase de sistematização

| ACidadeON/Araraquara

PCCV foi discutido na Câmara em nove audiências públicas. (Foto: Divulgação/Câmara)

A Prefeitura de Araraquara retirou da pauta do Legislativo os três projetos de Lei que promovem alterações no Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV) dos servidores municipais. É que o prazo para discussão da medida na Câmara se encerraria essa semana e caso não fosse a plenário poderia travar a pauta. 

Ao todo, o Legislativo promoveu nove audiências públicas, divididas por diferentes setores com objetivo de contribuir com propostas ao novo PCCV. Segundo o presidente da Câmara, Tenente Santana (MDB), as sugestões dos servidores foram encaminhadas para análise da Prefeitura. 

Sistematização e meta até o fim do ano
O novo PCCV da Prefeitura está em fase de sistematização. Ao menos é isso o que garante o prefeito Edinho Silva (PT). Segundo o chefe do Executivo, aquilo que for possível das contribuições das audiências públicas poderá ser absorvido. 

Sobre as críticas dos servidores à medida durante as audiências públicas, Edinho minimiza e diz que era preciso enviar um texto base ao Legislativo para que o diálogo fosse aberto. Agora, a Prefeitura trabalha com o prazo até o fim deste ano para aprovação do PCCV. 

"Vou pegar o que veio, fazer um substitutivo e incorporar o que der e espero que a Câmara vote até o fim do ano, pois não consigo aprovar ano que vem porque é ano eleitoral. Tenho até abril pra implantar", explica.  

Prefeito Edinho Silva (PT) durante "Café com a Imprensa". (Foto: Walter Strozzi/ACidade ON)

O que diz o Sismar
Em relação a retirada do PCCV da Câmara, em publicação em seu site oficial, o Sismar disse que essa foi uma vitória dos servidores, porém, que a "guerra ainda não acabou e o estado de atenção deve permanecer entre os servidores".  

"O Sismar espera que, desta vez, o Governo respeite a categoria e dialogue com os servidores e com o Sindicato em busca de uma solução acordada e não tente, novamente, impor um PCCV danoso sem ouvir os principais interessados", finaliza o texto no site do Sismar.

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