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Começa campanha para eleições suplementares em Trabiju

População escolherá prefeito e vice-prefeito no próximo dia 3 de outubro

| ACidadeON/Araraquara -

Ana Cláudia Tavoni (PV) e Marcelo Fonseca (DEM) disputam à Prefeitura (Fotos: Divulgação)
 

A campanha para as eleições suplementares em Trabiju começaram, nesta sexta-feira (17). O pleito vai definir prefeito e vice-prefeito no próximo dia 3 de outubro. 

No período serão seguidas as mesmas regras da propaganda eleitoral do ano passado, com normas estabelecidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 

Com isso, é permitido, por exemplo, impulsionamento de conteúdos na internet apenas através da conta do candidato, partido ou coligação, além de ser proibido difamar concorrentes. 

Também é permitida distribuição de materiais gráficos, realização de passeatas e carreatas, além do uso de carro de som. Encontros e reuniões públicas também podem. 

Duas candidaturas disputam a preferência dos 1.574 eleitores de Trabiju: Marcelo Fonseca (Democratas) e Ana Cláudia Tavoni (PV). Ambos se posicionaram sobre o início da campanha. 

Fonseca, que possui João Francisco como vice, celebrou a possibilidade de iniciar a campanha eleitoral e dialogar com a população sobre suas propostas. 

Já Ana Tavoni, que tem como vice Cido Bitar, usou suas redes para reforçar compromissos com a cidade. A prefeiturável também apareceu em vídeo com o deputado federal Baleia Rossi (MDB). 

PARA RELEMBRAR
A indefinição em Trabiju começou com a impugnação da candidatura do ex-prefeito Maurilio Tavoni Junior, o Juca Tavoni (MDB), pela Justiça Eleitoral. Por conta disso, o presidente da Câmara Giovani Ferro (Democratas) é quem está à frente do Executivo.

Em 24 de novembro, os votos do político foram anulados pelo TRE. Ele disputou a eleição mesmo com a candidatura impugnada pela justiça. Como o processo ainda não tinha sido jugado, o nome dele aparecia na urna.

Juca Tavoni obteve 689 votos, ou seja, 50,81% do total. A disputa foi com Marcelo Rodrigues Fonseca que ficou em segundo lugar com 667 votos, e que volta a disputar a prefeitura. 

O código eleitoral prevê eleições suplementares em situações excepcionais, entre elas, quando há nulidade de votos que atinja mais da metade da votação para os cargos majoritários. Ou seja, como a candidatura foi indeferida, os votos não foram contabilizados.

Segundo o TRE, Juca Tavoni teve as contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) quando prefeito do município, em 2012. Para evitar a cassação, ele renunciou ao cargo quando havia sido instaurada comissão parlamentar de inquérito pela Câmara Municipal. 

Inicialmente as novas eleições aconteceriam no dia 7 de março. Mas acabou adiada para 4 de julho e, depois, para 1º de agosto. Agora, foi marcada pela quarta vez e será no próximo dia 3 de outubro. Todas as alterações tiveram como justificativa a pandemia da covid-19.

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