A greve dos servidores públicos em Américo Brasiliense completou nesta quarta-feira (4) uma semana sem um acordo entre a Prefeitura Municipal e os trabalhadores. A categoria cobra salário-base equiparado ao mínimo nacional, vale-alimentação de R$ 900 e suspensão de nomeações de cargos comissionados na gestão da prefeita Terezinha Viveiros (Republicanos).
Sem sinalização de retorno das negociações, parte dos trabalhadores ocupou a praça em frente ao Paço Municipal para um panelaço e protesto. A adesão ao movimento, porém, teve redução nos últimos dias devido a uma liminar que determinou a manutenção de 70% dos servidores em seus locais de trabalho. Com isso, apenas 30% têm mantido a pressão.
Com a categoria de “braços cruzados”, a Prefeitura de Américo Brasiliense afirmou, em recente publicação em suas redes sociais, que desde o início do ano se reuniu três vezes com a comissão de trabalhadores e o Sismar (Sindicato dos Servidores de Araraquara e Região).
“Aproveitamos para esclarecer que, dentro do que é possível no cenário atual, algumas reivindicações da categoria foram atendidas, reforçando nosso compromisso com a valorização dos servidores e com o diálogo aberto e constante”, introduziu.
“Neste ano de 2025, a Prefeitura já aplicou a revisão geral anual, com a reposição inflacionária de 4,83% nos salários. Também aumentamos em 5% o auxílio-alimentação, que agora é de R$ 717”, completou.
Prefeitura de Américo Brasiliense, em nota
