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Políticos de Araraquara condenam ataques terroristas em Brasília

Edinho Silva, deputados e vereadores pediram punição severa para envolvidos na depredação
 

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Vandalismo nos prédios dos Poderes em Brasília (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Vandalismo nos prédios dos Poderes em Brasília (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

 

Políticos de Araraquara condenaram a invasão e depredação do Palácio do Planalto, Congresso Nacional e Supremo Tribunal Federal (STF) no último domingo (08), em Brasília.

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Em suas redes sociais, o prefeito Edinho Silva (PT) lamentou que a visita do presidente a Araraquara foi alterada devido ao ataque de vandalismo as sedes dos três poderes.

 

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Luiz Inácio Lula da Silva (PT) visitou a Morada do Sol para prestar solidariedade à população devido às perdas humanas e materiais causados pelas fortes chuvas no fim de dezembro.

“Esses atos foram a maior afronta à democracia no Brasil desde a redemocratização. Não cabe autoritarismo no Brasil: nosso país fez a opção pela democracia. Parabéns ao presidente Lula por sua liderança neste momento difícil da história brasileira”, afirmou o prefeito.

Ainda em Araraquara, o presidente da República decretou intervenção na segurança do Distrito Federal. Ele também fez o primeiro pronunciamento na sede da Prefeitura.

Já a deputada estadual reeleita Márcia Lia (PT) e a deputada estadual eleita Thainara Faria (PT) condenaram as invasões violentas e pediram punição severa dos responsáveis.

“A punição aos terroristas bolsonaristas que depredaram salas dos três Poderes em Brasília precisa ser exemplar e começa com a intervenção do governo federal no DF e prisão desses terroristas. Outras medidas precisam ser tomadas, sob pena de vermos ataques em outros locais do país”, afirmou Márcia Lia.

“Inadimissível tudo o que aconteceu ontem em Brasília. A omissão e conivência do governador de Brasília e seus secretários. Policiais bebendo água de coco enquanto os terroristas quebravam as sedes dos três poderes. Um ataque tremendo contra a democracia brasileira”, escreveu Thainara em sua rede social.

VEREADORES TAMBÉM SE MANIFESTARAM
A vereadora pelo PT de Araraquara, Filipa Brunelli, disse que o ataque em Brasília é consequência dos atos políticos ao longo dos últimos anos em todo o País.

“(…) não consigo deixar de pensar que essa ação de hoje é o resultado das tentativas de golpe ao estado brasileiro desde 2014 quando o PSDB não aceitou a derrota para Dilma nas urnas e sugeriu uma possível fraude eleitoral. Desde então a direita foi se nutrindo com apoio do judiciário e aí o resto da história vocês já sabem. Pacificar o Brasil, sim, mas esquecer a história jamais”, afirmou.

Luna Meyer (PDT) engrossou o pedido para identificação e punição severa para os invasores que ela classificou como “terroristas”.

“Simples assim. Lugar de terrorista é na cadeia. O que aconteceu nesse 08/01/2023 em Brasília foi uma das maiores vergonhas que o Brasil já passou. E se você discorda, pode ir para o raio que o parta. Você apoia o ódio e a barbárie e é um completo ignorante”, escreveu.

Já o vereador Guilherme Bianco (PC do B) classificou a invasão em Brasília como “tentativa de golpe de Estado”. “É necessário que os golpistas sejam punidos exemplarmente. Os financiadores devem ser identificados e presos. Abaixo o terrorismo”, defendeu.

OAB TAMBÉM SE POSICIONOU
Quem também se posicionou foi a 5ª Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), de Araraquara, através do seu presidente, Felipe José Maurício de Oliveira. Ele repudiou a invasão aos três poderes e considerou um “ataque ao estado democrático de direito”.

“Foi um ataque ao estado democrático de direito e ao patrimônio do próprio povo, prédios públicos foram depredados e, inclusive, obras de arte, bens que pertencem ao povo e não a um ou outro governante”, introduziu o presidente da OAB Araraquara.

“Existem diversos caminhos para se questionar e o debate é sadio para a democracia desde que não envolva a violência e prática de crimes. Para podermos avançar como nação, é indispensável que a paz se faça presente por diálogo e discussão”, completou.

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