Vacinação de crianças contra a poliomielite começa na segunda-feira em Araraquara  (Foto: Divulgação/Prefeitura de Araraquara) Vacinação de crianças contra a poliomielite começa na segunda-feira em Araraquara  (Foto: Divulgação/Prefeitura de Araraquara)

Confira data de vacinação contra poliomielite em Araraquara

Serão vacinadas contra a pólio as crianças menores de 5 anos; vacinas de rotina tem como público-alvo os menores de 15 anos 

De:  Redação Araraquara
Vacinação de crianças contra a poliomielite começa na segunda-feira em Araraquara  (Foto: Divulgação/Prefeitura de Araraquara)  

A partir de segunda-feira (08), a Secretaria Municipal de Saúde, dará início a mais uma Campanha Nacional de Vacinação Contra a Poliomielite e Multivacinação, em todas as unidades de saúde do município.  

Seguindo o calendário do Ministério da Saúde, a campanha seguirá até o dia 9 de setembro e o Dia D de divulgação e mobilização nacional será em 20 de agosto.

Serão vacinadas contra a pólio as crianças menores de 5 anos. O objetivo é alcançar no mínimo 11.572.563 de indivíduos nessa faixa etária em todo o Brasil.  

Já para a atualização das vacinas de rotina tem como público-alvo os menores de 15 anos. Em ambos os casos, não há necessidade de guardar intervalo em relação à vacina contra a covid-19.

O intuito é ampliar a cobertura vacinal no caso da poliomielite e reduzir o número de não vacinados de crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade para melhorar as coberturas vacinais, conforme preconiza o Calendário Nacional de Vacinação. O reforço com a campanha de vacinação se deve à baixa gradual na cobertura vacinal, que segue a mesma tendência do cenário nacional.

Pais, mães ou responsáveis por crianças e adolescentes dentro da faixa etária descrita deve procurar qualquer uma das unidades básicas de saúde, das 8 às 15 horas, para colocar a vacinação em dia. É preciso levar a carteira de vacinação e documento de identificação.

"É fundamental que os responsáveis fiquem atentos e atualizem a carteira de vacinação de suas crianças e adolescentes. Somente dessa forma vamos manter o país livre de doenças potencialmente graves que podem levar à morte ou deixar sequelas graves", destaca Gláucia Falcoski, coordenadora da Vigilância em Saúde.

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