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Hoje é o Dia Nacional da saudosa e insubstituível Kombi

Ao longo dos anos a kombi ganhou vários apelidos: Jesus está chamando (pela má estabilidade), Velha senhora, Pão-de-forma, etc.

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A agenda de Ben Pon com os primeiros esboços do que seria a Kombi
Para muitos a velha Kombi ainda é motivo de saudades
Após o final da Segunda Guerra Mundial, o holandês Ben Pon recebeu a missão de desenhar um veículo de carga derivado do Fusca. O que ele talvez nunca imagina-se era que esse veículo que ele começou a esboçar numa simples agenda, viraria um sucesso mundial. Com o apoio de um oficial britânico das forças de ocupação, Major Ivan Hirst e do engenheiro alemão, Alfred Haesner, em 1949 começaria a ser produzido o veículo multiuso Kombinationsfahrzeug ou simplesmente Kombi.  

A Kombi começaria a ser produzida na Alemanha com carroceria do tipo monobloco (uma novidade para a época), suspensão reforçada e motor 1,1 litro, de 25 cavalos de potência e refrigerado a ar.  
 
No Rio de Janeiro e em Cascavel-PR chegou a ter corridasde Kombi, nos anos 70
Um dos destaques era que a boa distribuição de pesos, tanto carregada como vazia, já que o motorista ia na frente e o motor atrás.  

Mas tinha muitos defeitos, como a péssima estabilidade e no interior, o barulho absurdo do motor e a falta de ventilação.
 
A Kombi chegou importada as ruas brasileiras em 08 de março de 1950, com o nome de Transporter e em 2 versões: furgão e passageiros. A versão picape veio em 1952. Por meio de CKD, montada em um galpão, em 02 de setembro de 1950 a Brasmotor montava e vendia a Kombi, já que a fábrica da Volkswagen só ficaria pronta em 1959.  
 
Last Edition, a última Kombi a ser produzida
Depois de 56 anos de produção, com as novas exigências do Código de Transito Brasileiro, como freios ABS e air bag duplo, em 2013 a última Kombi deixa a linha de produção na fábrica de São Bernardo do Campo.

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