
A jovem de 18 anos, que foi baleada pelo padrasto na noite desta quarta-feira (7) em Mogi Mirim, se fingiu de morta para tentar sobreviver. Ela presenciou o assassinato da mãe, de 49 anos, que foi morta pelo padrasto. O homem se suicidou em seguida.
Segundo o delegado responsável pelo caso, Rubens Fonseca de Melo, ainda não se sabe se o assassino disparou primeiro na mãe ou na filha. Ao chegar no local do crime, agentes encontraram a menina que pediu socorro.
“Quando a Polícia Militar chegou, ouviu a menina que estava se fingindo de morta para tentar sobreviver e a Polícia Militar solicitou socorro. A menina está internada, foram quatro ou cinco disparos, pelo visto”, informou Melo.
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O CRIME
O crime aconteceu em um imóvel na Rua Adriano Stevenson do Nascimento, no Parque Real. À EPTV Campinas, a Polícia Militar afirmou que vizinhos relataram uma briga entre o casal antes do crime. Além disso, um deles ainda teria ouvido a filha da mulher, de 18 anos, pedindo socorro.
A corporação também afirmou que, quando chegou ao local, o homem estaria se preparando para fugir. Após receber voz de prisão, ele teria entrado no imóvel e atirado na cabeça.
A perícia foi acionada e o crime será registrado em Mogi Guaçu. Patrícia Aparecida Faria dos Santos não resistiu aos ferimentos e morreu no local. A jovem, que não teve o nome divulgado, foi encaminhada e segue internada na Santa Casa de Mogi Mirim. O hospital não informou o estado de saúde da paciente.