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CampinasCotidianoApós onda de furtos, decreto proíbe comércio ilegal de fios de cobre em Campinas

Após onda de furtos, decreto proíbe comércio ilegal de fios de cobre em Campinas

Depois de frequentes furtos de fios de cobre pela cidade, Campinas decretou a proibição de compra e venda nesta quarta-feira

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Por causa do grande número de ocorrências de furto de cobre em Campinas, a Prefeitura decretou a proibição ilegal de fios do metal, alumínio e similares. A publicação do decreto foi feito nesta quarta-feira (24), no Diário Oficial do Município. Segundo a Administração Municipal, o objetivo da medida é coibir a receptação deste tipo de material.

Segundo a Prefeitura, no caso de constatação de comercialização, o material será apreendido pela Guarda Municipal e será aplicada multa no valor de R$ 4.480,30. Em caso de reincidência, a Seplurb (Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Urbano) cassará o alvará de funcionamento do estabelecimento.

O decreto publicado ontem regulamenta a Lei nº 13.696, de 9 de outubro de 2009.

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“É um avanço importante no combate ao comércio ilegal de fios de cobre, que fomenta o furto de fiação. Este crime ocorre especialmente em imóveis desocupados. Certamente teremos uma diminuição destes crimes com a fiscalização constante da Guarda Municipal e da Secretaria de Planejamento e Urbanismo”, disse o secretário municipal de Segurança Pública, Christiano Biggi.

MOTIVAÇÃO DO DECRETO

A frequência de furtos dos fios e de outros materiais de cobre na cidade está diretamente relacionada a esquemas criminosos que se aproveitam da situação vulnerável de parte da população. A realidade, que envolve pessoas em que vivem nas ruas e dependentes químicos, é exposta por órgãos de segurança e especialistas, que alertam para a necessidade de identificar os financiadores.

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O inspetor da GM (Guarda Municipal) de Campinas, Wallace Martins Soares, explicou que os financiadores e receptadores de fios e outros itens se organizam para recrutar e pagar pessoas para cometer os crimes. Depois dos furtos, eles buscam revender o material, que possui alto valor e também grande demanda.

Ainda de acordo com a corporação, os próprios receptadores estimulam os roubos por moradores que vivem e conhecem as regiões onde os furtos acontecem. Depois disso, o caminho dos itens furtados passa, muitas vezes, por ferros-velhos irregulares, que vendem o cobre para empresas que não verificam a procedência. Por esse motivo, o material é derretido e volta ao mercado.

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