A secretaria de Saúde confirmou nesta quinta-feira (10) a terceira morte por dengue em Campinas registrada em 2025. A vítima é um homem de 84 anos, que foi atendido na rede privada. Ele morreu em 22 de fevereiro.
Entre 1º de janeiro e 9 de abril foram confirmados 18.087 casos de dengue em Campinas.
A Pasta destaca que o desfecho óbito depende de fatores como procura precoce por atendimento, manejo clínico adequado e características individuais do paciente, como possíveis doenças preexistentes e/ou outras condições clínicas especiais.
Bairros em alerta para a dengue em Campinas
A Pasta também divulgou o 14º Alerta Arboviroses Campinas, que informa que 23 bairros estão com alto risco de transmissão da doença. A publicação semanal integra as iniciativas e estratégias da Prefeitura para enfrentamento à dengue em 2025.
As áreas com alto risco de transmissão são:
- Leste: Vila Nogueira, Jardim Nossa Senhora Auxiliadora, Jardim Dom Bosco e Taquaral
- Noroeste: Parque Floresta, Conjunto Residencial Parque São Bento.
- Norte: Jardim São Marcos, Vila Esperança, Jardim Campineiro e Recanto Fortuna.
- Sudoeste: Conjunto Habitacional Vida Nova 1, Conjunto Habitacional Vida Nova 2, Conjunto Habitacional Mauro Marcondes, Núcleo Residencial Vila Vitória, Loteamento Residencial Porto Seguro e Jardim Morumbi
- Sul: Jardim Fernanda 1 e Jardim Fernanda 2.
- Suleste: Jardim Bom Sucesso, Vila Formosa, Jardim São Gabriel, Jardim Aliança e Ponte Preta.
O objetivo do alerta, segundo a Pasta, é estimular a população a intensificar a verificação de criadouros em casa, orientar sobre o combate ao mosquito Aedes aegypti, vetor da doença, e reforçar a comunicação com moradores das áreas que passam a receber ações intensificadas para eliminar criadouros. As orientações valem para toda cidade, incluindo bairros listados na semana anterior e que não aparecem nesta edição.
A Saúde considera uma série de indicadores para elaborar o material, entre eles, incidência de casos, eventual registro de nova transmissão, necessidade de reforçar trabalhos por causa de imóveis sem acesso, densidade populacional, e a comunicação sobre ações dos agentes. O alerta também se aplica aos bairros menores que estão no entorno das regiões indicadas no material.
Orientações
Para acabar com a proliferação do mosquito é preciso evitar acúmulo de água, latas, pneus e outros objetos. Os vasos de plantas devem ter a água trocada a cada dois dias e o pratinho deve ser retirado, ou limpo com bucha, água e sabão a cada sete dias. É importante, também, vedar a caixa d’água. Os vasos sanitários que não estão sendo usados devem ficar fechados.
No ano passado, 52% dos espaços deixaram de ser trabalhados por estarem fechados, desocupados ou até mesmo em razão de recusa dos moradores aos agentes no ano passado.
Dúvidas sobre a identidade dos participantes podem ser esclarecidas pelo telefone 156 (de segunda a sexta) ou com a Defesa Civil pelo telefone 199 (fins de semana e feriados).
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