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Campinas tem 1º semestre mais seco desde 2014

De janeiro a junho choveu apenas 467,6 milímetros, enquanto que a média esperada para o período é de 815,8 mm

| ACidadeON/Campinas

Tempo seco continua em Campinas. (Foto: Código 19)

Os seis primeiros meses deste ano foi o segundo período mais seco da história de Campinas segundo os registros feitos pelo Cepagri (Centro de Pesquisas Meteorológicas da Unicamp) desde que começaram as medições do centro em 1989.

De janeiro a junho choveu apenas 467,6 milímetros, enquanto que a média esperada para o período é de 815,8 mm, ou seja, está 57% do total esperado para o período.

Seca pior a deste ano foi registrada no primeiro semestre de 2014 com 443,4 mm, quando São Paulo sofreu com a maior crise hídrica de sua história.

Campinas completa amanhã três meses sem chuva considerável. A última que somou 27 milímetros ocorreu no dia 4 de abril. De lá pra cá, a cidade não registrou volumes consideráveis de chuva.

"Estamos, praticamente há três meses sem chuva volumosa. Depois de abril tivemos chuva em pequeno volume como em 20 de maio com 8,4 mm e depois em 8 de junho com 8,1 mm e em 13 de junho que registrou apenas três milímetros. É muito pouco", afirmou a pesquisadora do Cepagri Ana Ávila.

O mês de junho teve a média 10,1 milímetros de chuva. A média histórica para junho é 35,4 mm. Maio também choveu bem pouco. A média histórica para o mês é de 63mm. Este ano choveu 8,2 mm. "Esses pequenos volumes são preocupantes, só não estamos pior do que em 2014 na crise hídrica", afirmou a pesquisadora.

Ela também disse que não há estimativa de chuva para os próximos dias. "Estamos em um período bastante seco, ainda mais por já ser uma época em que chove menos. A média histórica para julho é de 43,3 mm. Não tem como saber o que vai ser. Mas até a semana que vem, não há previsão de chuva. E vai continuar seco. A única coisa que pode mudar é uma nova frente fira que chega ao Estado na próxima semana e pode diminuir a temperatura, mas sem chuva", analisou.

Além de problemas respiratórios e queimadas, a falta e chuva já começa a preocupar. Ontem, o Sistema Cantareira estava operando com 45,8% de sua capacidade total, segundo dados da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).

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