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Paulo Miklos e Paulinho Moska fazem show dos 244 anos

Dois shows de ponta dão início à programação dos 244 anos de Campinas

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Dois shows de ponta dão início à programação dos 244 anos de Campinas (Foto: Divulgação) 

Dois shows de ponta dão início à programação dos 244 anos de Campinas. O primeiro acontece neste sábado, 7, com a Sinfônica de Campinas que recebe, pela primeira vez, o cantor e compositor Paulinho Moska. A apresentação, uma parceria com o Sesc Campinas, será na Concha Acústica do Taquaral, a partir das 17h, com entrada gratuita.  

No domingo, 8, também na Concha Acústica, e de graça, outra atração de peso: o show "Centenário do Samba" com a participação do músico e ator Paulo Miklos, às 17h.

SINFÔNICA E PAULINHO MOSKA

Sob a batuta do maestro Victor Hugo Toro, Sinfônica e Paulinho Moska irão interpretar sucessos do cantor e compositor, como "Namora comigo", "Relampiano", "Tudo o que acontece é pra melhorar", "Pensando em você", "Admito que perdi", entre outros.

Artista eclético, Paulinho Moska já emplacou incontáveis temas em trilhas de novela. São músicas que se tornaram populares, como "O Último Dia" ("O Fim do mundo)", "A Seta e o alvo" ("Zazá"), "Pensando em você" ("Agora é que são elas") e "Tudo novo de novo".

CENTENÁRIO DO SAMBA E PAULO MIKLOS

"O chefe da polícia/pelo telefone/manda me avisar/que na Carioca/tem uma roleta/para se jogar (...)". Os famosos versos da música do compositor Ernesto Joaquim Maria dos Santos (o conhecido Donga) ganharam popularidade em "PeloTelefone", e marcaram a história da cultura brasileira por ter se tornado o primeiro samba registrado na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, em 27 de novembro de 1916. Na rota das comemorações do 100º aniversário desse gênero tão cheio de brasilidade, Campinas, que completa 244 anos de fundação, recebe o show Centenário do Samba, com participação especial do músico e ator Paulo Miklos, ex-vocalista dos Titãs.

Em "Centenário do Samba", Paulo Miklos faz uma ponte entre o passado e o presente em uma viagem musical que propõe ainda a união do samba a outros gêneros, como o rock. Ao todo, 12 músicos acompanham o repertório, que reúne não apenas sucessos do samba ao longo de suas 10 décadas, mas também todos os subgêneros não menos importantes que deles se derivaram.

O público poderá conferir desde o samba de roda - considerado o "pai" do samba nascido nos rincões do Rio de janeiro -, ao samba de raiz, feito nos morros cariocas no início do século; do samba-canção, nascido no fim da década de 20, de andamento moderado e temática sentimental; o samba-rock - do final de 1950, mesclando os movimentos do rock and roll com os passos do samba de gafieira; ao afrossamba, imortalizado por Vinícius de Moraes e Baden Powell nos anos 1960.

Os músicos irão revisitar, ainda, o samba-enredo, nascido como um samba panfletário do Estado Novo e feito para o desenvolvimento do desfile da escola de samba; o samba-funk - da fusão com o funk norte-americano; o samba de breque, que compreende pausas para introduções declamatórias do intérprete e, por fim, a gafieira, influenciada pela formação das big bands americanas nas décadas de 1940 e 1950.

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