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Médicos cubanos devem deixar o país a partir do dia 25

A decisão afeta mais da metade dos 87 médicos do programa em Campinas, já que 46 são do país caribenho

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O impacto afeta mais da metade dos 87 médicos do programa em Campinas (Foto: Ismael Francisco / Cubadebate) 

Após o anúncio do fim da parceria de Cuba com o Mais Médicos, a previsão é que médicos cubanos que atuam no programa federal comecem a deixar o país já no dia 25 deste mês. A saída deve ser gradual, separada por regiões. Em alguns dias, haverá mais de um voo de volta ao país caribenho.   
 
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O impacto afeta mais da metade dos 87 médicos do programa em Campinas. A decisão representa uma queda de 52%, mais da metade dos médicos alocados pelo projeto. O programa acomoda 87 médicos da iniciativa na cidade. Destes, 46 são cubanos.

Em nota, a Secretaria de Saúde de Campinas diz que "lamenta a forma abrupta com que foi anunciada a saída de Cuba do Programa Mais Médicos". Informa ainda que aguarda informações e orientações do Ministério da Saúde, pasta responsável pelo programa.

Atualmente, de 16.150 médicos que atuam no Mais Médicos, 8.332 são cubanos. A previsão é que todos eles deixem o Brasil em até 40 dias a contar desta quinta-feira (15).

A informação foi divulgada por meio de nota do Ministério da Saúde do país caribenho. A decisão surge depois do presidente eleito Jair Bolsonaro questionar pelo Twitter a qualificação dos médicos cubanos.

Ele também menciona um projeto para modificar o acordo vigente entre Brasil e Cuba, exigindo uma revalidação dos diplomas internacionais e contratação individual de cada médico.

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