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Polícia faz varredura para identificar motivação de ataque

Foram encontrados na casa do atirador papéis, escritos, cartas, documentos e um notebook que serão vasculhados

| ACidadeON Campinas

O Delegado do Deinter 2, José Henrique Ventura. (Foto: Sarah Brito/ACidadeON Campinas) 

A Polícia Civil de Campinas fez uma varredura na casa do atirador que matou cinco pessoas na Catedral de Campinas, na tarde desta terça-feira (11), e encontrou uma série de documentos que podem levar à motivação do crime. 

Euler Fernando Grandolpho, de 49 anos, morava em Valinhos com o pai e tinha um comportamento retraído segundo o delegado titular do Deinter 2 (Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo do Interior 2), José Henrique Ventura.

Na casa dele foram encontrados papéis, escritos, cartas, documentos e um notebook que será vasculhado em busca de provas e um possível motivo para o crime que o atirador cometeu nesta terça. Além disso, a Polícia também vai refazer os passos do atirador para ver onde estava antes do atentado.

"Era uma pessoa de perfil retraído, não trabalhava desde 2015. Era bastante recluso, pouco conversava", contou Ventura. A família não sabia que ele possuía a arma que usou para o massacra na Catedral, mas temia um suicídio dele.

Ele trabalhou até 2014, mas depois foi morar com o pai. A mãe já era falecida. "Ele tinha uma moto, mas vendeu para se sustentar. É um perfil diferente, o que pode até justificar essa coisa estranha que aconteceu", explicou o delegado.  

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De acordo com o Facebook pessoal do atirador, ele estudou na Unip, no campus do Swift, onde se formou em Publicidade e Propaganda em 1998, e também se formou no Cotuca (Colégio Técnico da Unicamp). O Ministério Público Estadual confirmou que ele trabalhou na instituição, tinha o cargo de auxiliar de promotoria e exonerou-se de sua função no dia 3 de julho de 2014.

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