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DIG de Campinas prende dois por tráfico de armas em MG

Dupla fabricava armas e simulacros; armas apreendidas em caso de troca de tiros com o Baep em março de 2018, que deixou sete mortos, eram fabricadas por dupla presa

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Simulacros fabricados por dupla são precisas e têm alto poder de fogo, segundo DIG de Campinas (Foto: Divulgação) 

Os policiais civis da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Campinas prenderam dois homens em Minas Gerais nesta terça-feira (12) por tráfico de armas na cidade. Eles foram até Alfenas para seguir a pista de que ambos comercializavam armas e simulacros tanto para Campinas quando para outras cidades do país.

Com eles, foram apreendidas duas metralhadoras de calibre .40, com silenciadores, e uma espingarda de calibre .12, além de diversos simulacros de metralhadoras e de pistolas.

A investigação do caso começou em 2018, após os policiais apreenderem armas pintadas de verde-rajado em Campinas. Essas armas estavam nas mãos de integrantes de quadrilhas especializadas em roubos a bancos e ataques a carros forte.

Um dos casos onde armas da dupla foram apreendidas foi em março de 2018, quando uma operação do Baep (Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar) interceptou uma quadrilha especializada em explosão a caixas eletrônicos em uma estrada de terra que liga o distrito de Joaquim Egídio ao município de Valinhos. Neste caso, sete suspeitos foram mortos.

Segundo o delegado José Carlos, responsável pela investigação, foi identificado entre eles um torneiro mecânico fabricante de metralhadoras, já conhecido nos meios policiais.    

Dupla também fabricava armas verdadeiras, rajadas de verde. (Foto: Divulgação)

A OPERAÇÃO

Nesta terça, com a informação de que haveria nova transação de armas, as polícias de São Paulo e Minas cooperaram e conseguiram, assim, mandado de busca judicial para a oficina do torneiro mecânico. Ele foi preso em flagrante.

Ambos foram indiciados e recolhidos à prisão. De acordo com a polícia, as metralhadoras apreendidas, apesar de artesanais, são fabricadas com muita precisão e técnica, além de alto poder de fogo.

A polícia acredita ainda que elas vinham sendo produzidas em escala industrial e abastecendo quadrilhas de vários Estados. As investigações agora prosseguem para apurar outras associações criminosas dos indiciados com as quadrilhas investigadas.

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