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Mário Gatti anuncia corte de refeição para funcionários

A direção alegou orientação jurídica, já que o vale-alimentação é pago; médicos residentes ficaram de fora da medida

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Médicos residentes ficaram de fora da medida (Foto: Divulgação/PMC) 

A Rede Mário Gatti vai cortar, a partir do dia 1º de março, a refeição oferecida aos funcionários que trabalham no Hospital Municipal Doutor Mário Gatti. Na medida ficam excluídos apenas os médicos residentes. A Secretaria de Saúde alegou que seguiu orientação jurídica para definir a medida.

A medida foi anunciada pelo presidente da Rede Mário Gatti, Marcos Pimenta, em e-mail encaminhado para os departamentos - a unidade conta com cerca de 3,6 mil funcionários.

A refeição do Mário Gatti era subsidiada pelo hospital. O servidor paga R$ 1,50. Os demais custos eram arcados pelo hospital no valor anual de R$ 3,2 milhões. De acordo com a Pasta, este valor será direcionado para a assistência.

"A medida foi necessária em razão de uma orientação jurídica e está embasada no fato dos funcionários da Rede Mário Gatti receberem o vale-alimentação no valor de R$ 982,56, assim como todos os servidores da Prefeitura de Campinas", afirmou a nota oficial.

Atualmente, apenas estagiários e funcionários terceirizados não têm direito a alimentação oferecida pelo hospital.  

Comunicado foi enviado pelo presidente da Rede Mário Gatti, Marcos Pimenta
PROJETO DE LEI

Um projeto de lei sobre o mesmo assunto tramita da Câmara de Campinas. Trata-se da regulamentação do pagamento do vale-alimentação aos servidores da Rede Mário Gatti.

A proposta é alvo de queixas porque prevê o desconto no vale para servidores que entrarem em licença médica ou férias, algo que não acontece para outros setores do funcionalismo público.

O PL chegou a entrar em pauta em regime de urgência, mas foi retirado a pedido do então líder de governo, Marcos Bernardelli (PSDB).

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