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Profissionais apontam falta de remédios no Mário Gatti; Rede nega

Médicos afirmaram que, quando um deste medicamentos está em falta, eles tentam achar um substituto, mas isso nem sempre é possível

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Profissionais apontam falta de remédios no Hospital Municipal Doutor Mário GattI (Foto: Divulgação/PMC) 

O Hospital Municipal Doutor Mário Gatti teve falta de remédios durante a tarde desta sexta-feita (15), segundo informado por alguns profissionais. Alguns, inclusive, eram usados para pacientes da oncologia. Oficialmente, a Rede Mário Gatti negou a falta de medicamentos. 

A informação vem no mesmo dia que o ACidade ON Campinas revelou que a reforma realizada pela Prefeitura de Campinas em uma casa para onde foi transferida a presidência do Mário Gatti custou R$ 830,5 mil aos cofres públicos.

De acordo com apurado pela reportagem do ACidade ON, Hidralazina, Sorcal, Salbutamol, Fluconazol, Ondansetrona e Bactrim eram os medicamentos faltantes.

Hidralazina é utilizado contra pressão alta. Sorcal para alteração de potássio. Ondansetrona é para vômitos e náuseas e muito usado em pacientes com câncer. Salbutamol é um medicamento para crises respiratórias. Fluconazol é um antifungo.

Médicos afirmaram que, quando um deste medicamentos está em falta, eles tentam achar um substituto, mas isso nem sempre é possível.

OUTRO LADO

De acordo com a Rede Mário Gatti, a informação não procede. "Os medicamentos citados não estão em falta na Rede Mário Gatti, exceto o Bactrim, que no momento não está disponível no mercado nacional", afirmou a nota.

Ainda segundo a Rede, eventuais faltas são tratadas pontualmente. Nestes casos, são utilizados medicamentos substitutos, não causando prejuízo aos pacientes.

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