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Presidente do BNDES ressuscita projeto do trem-bala

Joaquim Levy disse que as condições são propícias para grandes investimentos, como o do trem que ligaria Campinas ao Rio de Janeiro

| Folhapress

Trem de alta velocidade ligaria Rio de Janeiro a Campinas (Foto: Divulgação) 

Joaquim Levy, presidente do BNDES, disse que o país precisa pensar em um trem de alta velocidade ligando São Paulo a Campinas, ressuscitando um projeto do governo Dilma Rousseff (PT), de quem foi ministro.

Falando a empresários em São Paulo, em evento do Lide, nesta segunda-feira (15), Levy citou as dificuldades de deslocamento entre os grandes aeroportos de São Paulo e o centro da cidade, afirmando que o país precisa investir em obras de infraestrutura. Disse que o momento econômico é propício, citando estabilidade econômica e os juros baixos.

"Dá para a gente pensar em projetos com mais ambição, que em outros países seriam naturais", afirmou, citando uma ligação ferroviária de alta velocidade entre o Centro de São Paulo e o aeroporto de Viracopos, em Campinas. Esse era um projeto do governo Dilma.

COMBUSTÍVEL

Ele também sugeriu que o país estude formas de usar o gás natural como combustível de caminhões. A sugestão foi feita menos de uma semana depois de o presidente Jair Bolsonaro (PSL) obrigar a Petrobras a revogar um aumento de mais de 5% no preço do diesel, colocando em xeque a independência da estatal. "O gás também pode ser usado como alternativa de combustíveis para caminhões", disse, acrescentando que a China já usa o combustível no transporte de cargas.

Levy defendeu o fim do monopólio da distribuição de gás, majoritariamente sob controle dos estados. "Se conseguirmos abrir esse mercado, temos inúmeras oportunidades", afirmou, defendendo mudança em legislação no Congresso. O presidente do banco de desenvolvimento afirmou ainda que usar em termelétricas é menos eficiente que em outras indústrias, como de fertilizantes e no setor químico.


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