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Multidão faz ato em apoio a Bolsonaro no Largo do Rosário

Os manifestantes estão reunidos no Largo do Rosário, onde há um caminhão de som que mostra vídeos com discursos do presidente

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Ato ocorre no Largo do Rosário em Campinas. Foto: Denny Cesare/Código 19

Manifestantes se reuniram na manhã deste domingo (26) no Largo do Rosário, área central de Campinas, para uma manifestação de apoio ao presidente Jair Bolsonaro (PSL). Além de Campinas, o ato acontece em ruas de dezenas de cidades de todo o país. Em Campinas a Polícia Militar estimou a participação de 3 mil pessoas. Já os organizadores do ato, estimaram a presença de 5 mil. A manifestação terminou por volta do meio-dia e não interferiu no trânsito local.

A intenção do protesto foi defender pautas de interesse do governo, como a reforma da Previdência e o pacote anticrime, e repudiar o "centrão" - visto pelos militantes como obstáculo à aprovação das propostas no Congresso.

Os manifestantes se reuniram no Largo do Rosário, por volta das 9h, onde havia um caminhão de som que mostrava vídeos com discursos do presidente. Vestidos de verde e amarelo, com bandeiras e faixas de apoio a Bolsonaro a manifestação foi pacífica e concentrada na praça.

Segundo informações da Emdec (Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas), não houve necessidade de interdição nas vias do entorno do Largo.
 



A convocação para os protestos foi feita pelas redes sociais e pelo WhatsApp e os protestos servirão como termômetro do apoio ao governo que recebeu a pior avaliação para um começo de mandato nos últimos 24 anos e foi alvo de uma grande mobilização da oposição em seu quinto mês de vida, motivada pelos cortes nas universidades públicas (LEIA AQUI)
  
Entre os movimentos da sociedade civil que convocaram as manifestações estão Nas Ruas, Avança Brasil e Ativistas Independentes. O Clube Militar também declarou seu apoio, e parlamentares federais e estaduais do PSL confirmaram presença.  

Movimentos como o MBL (Movimento Brasil Livre) e o Vem pra Rua, protagonistas da mobilização pelo impeachment de Dilma Rousseff (PT), não participam do ato. O MBL, especificamente, declarou que não iria aderir às manifestações por causa de "um setor em especial" que incentivou "pautas antirrepublicanas".  


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