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Prefeitura demite servidor investigado no Caso Ouro Verde

Anésio Corat Júnior chegou a ser preso durante a segunda fase da Operação Ouro Verde; um ano e meio depois do escândalo sua demissão foi confirmada

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Anésio, investigado pela Operação Ouro Verde, foi demitido pela prefeitura 

A Prefeitura de Campinas demitiu o servidor público Anésio Corat Júnior, investigado e denunciado pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) do Ministério Público por supostos desvios de verba pública do Hospital Ouro Verde. A publicação foi feita no Diário Oficial da última sexta-feira (7).

O processo administrativo contra Anésio começou ainda em dezembro de 2017, quando o servidor também foi afastado da Secretaria de Saúde. Um ano e meio depois, a decisão foi publicada em Diário Oficial.

Anésio recebeu, desde seu afastamento de cargos públicos, a quantia de R$ 225.492,16 em salários, já que enquanto o processo estava em investigação ele não poderia deixar de ser pago.

O prazo para a duração de um processo administrativo é de 90 dias, segundo o Estatuto dos Funcionários Públicos de Campinas. No final do mês passado a Administração informou que o processo estava em fase de conclusão.
 
O advogado de Anésio, Antônio Caria Neto, informou que que ainda vai se inteirar do teor da decisão publicada em Diário Oficial e então decidirá os próximos passos.

O CASO

Anésio foi investigado, chegou a ser preso na segunda fase da operação e foi denunciado por participar no suposto esquema que desviou cerca de R$ 7 milhões de verba pública do Hospital Ouro Verde.

Na casa de Anésio, os promotores e policiais militares encontraram R$ 1,2 milhão em dinheiro. Na época, ele disse que o dinheiro era de um parente. Em depoimento, Anésio negou que tenha se envolvido em esquema de pagamentos ilícitos.

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