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Farmácia de alto custo da Unicamp tem fila de até 3 horas

A farmácia de alto custo é do governo estadual e funciona dentro da Unicamp; em alguns casos não há medicamentos

| ACidadeON Campinas

Farmácia de alto custo da Unicamp: fila e demora no atendimento (Foto: Divulgação)  
O atendimento na farmácia de alto custo do HC (Hospital de Clínicas) da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) tem deixado os pacientes irritados. Isso porque a demora pode chegar a até três horas, segundo relatos ouvidos pela EPTV Campinas.

A farmácia de alto custo é do governo estadual e funciona dentro da Unicamp. Nesta sexta-feira (19), a demora chegou a três horas para conseguir os remédios.

O atendimento é feito por agendamento. Quando o paciente chega na Unicamp, ele pega uma senha e espera até ser chamado. É neste momento que a demora é maior. Outro problema recorrente é que, mesmo esperando, muitas vezes o paciente não é informado que o remédio que procura está em falta.  
 


OUTRO LADO


A Unicamp se pronunciou sobre o caso em nota oficial. Leia na íntegra:

"A Farmácia de Alto Custo de Campinas localizada no Hospital das Clínicas da Unicamp realiza atendimento normalmente. Somente hoje, foram atendidos cerca de 500 pacientes. Há agendamento prévio de pacientes para agilizar o atendimento e o respeito ao cronograma é fundamental para o bom funcionamento da unidade e conforto dos usuários. A unidade atende a todos e prioriza casos preferenciais.

"Com relação aos medicamentos citados pela reportagem, cabe esclarecer que o Micofenolato de Sódio é comprado e enviado aos Estados pelo Ministério da Saúde, que enviou com atraso os quantitativos referentes ao terceiro trimestre. O prazo para entrega era 20 de junho, mas a entrega foi realizada apenas no dia 15 de julho. A redistribuição para todas as farmácias será concluída até a próxima semana. O atorvastatina é utilizado para o tratamento de dislipidemia (colesterol elevado no sangue), e não de diabetes, como relatado pela reportagem. Quatro dosagens são disponibilizadas pelo SUS. Sugerimos à reportagem que envie os dados completos, como nome e dosagem de medicamentos e dos pacientes que os utilizariam, para que a equipe da unidade possa prestar eventuais esclarecimentos aos pacientes".


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