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Setor de cirurgia ortopédica é fechado por falta de materiais

O documento relata a falta total de materiais cirúrgicos para cirurgias ortopédicas

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Unidade atende apenas PS ortopédico. Foto: Divulgação/Prefeitura de Paulínia

O Centro Cirúrgico de Ortopedia do Hospital Municipal de Paulínia foi fechado depois de uma denúncia feita pela direção clínica do hospital. Um boletim de ocorrência foi feito na delegacia de Paulínia. O documento relata a falta total de materiais cirúrgicos para cirurgias ortopédicas e imprevisibilidade para resolução do problema grave que passa o centro cirúrgico ortopédico.

No boletim consta também que o diretor clínico do hospital, Gustavo Adolfo Lopes Vulcano, comunicou ao Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) da situação e também informou o Ministério Público da situação. Segundo ele, desde abril a Prefeitura da cidade vem sendo informada sobre a situação da unidade de que todos os contratos de contratação de material para atendimento a população expirariam.  

O fechamento ocorreu no dia 2 de agosto. Como o Pronto Socorro pra urgência e emergência não pode fechar, a unidade está atendendo os casos mais simples, que não precisam de cirurgia.

Já os casos mais graves são transferidos para outros hospitais mediante liberação via Cros (Central de Regulação de Ofertas de Serviços de Saúde). Então, quem sofrer um acidente, por exemplo, e precisar de uma cirurgia de urgência será transferido pra outro hospital. As cirurgias eletivas também foram canceladas.  
 
Por meio de nota a Prefeitura de Paulínia informou que não houve paralisação dos atendimentos de traumatologia e explicou que a falta de materiais citada é decorrente de problemas na elaboração dos documentos de responsabilidade da equipe técnica especializada.  

O secretário da pasta, Luis Carlos Casarin, afirmou que todo o processo de compra de materiais é realizado após conclusão do Termo de Referência, que é o documento técnico específico, feito pelos especialistas da área e, segundo Casarin, os documentos continham erros importantes, sendo necessária a paralisação para que se corrijam os termos no menor tempo possível. Ele ainda reforçou que a Secretaria de Saúde irá abrir sindicância para apurar o caso e as devidas responsabilidades.

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