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Jonas inscreve Campinas para receber programa de Escolas Cívico Militar

O Prefeito de Campinas, Jonas Donizette (PSB), confirmou que inscreveu a cidade para aderir ao programa do governo federal de Escolas Cívico Militar

| ACidadeON Campinas

O Governo Federal lançou o programa para a implantação de escolas cívico-militares) (Foto: Luis Fortes/MEC-divulgação) 

O Prefeito de Campinas, Jonas Donizette (PSB), confirmou que inscreveu a cidade para aderir ao programa do governo federal de Escolas Cívico Militar. Ainda não há detalhes de como isso vai ocorrer no município.

O governo quer que 216 em todo país escolas adotem o modelo de gestão cívico-militar até 2023. Serão gastos R$ 54 milhões só no próximo ano. Cada escola receberá R$ 1 milhão para adequações de infraestrutura.

"Campinas é uma cidade com 1,2 milhão de pessoas. O governo federal lançou o programa. A cidade tem que dizer se quer ou não. Não vou matar uma coisa que a população possa gostar. Portando fiz a adesão. Agora tem que esperar o governo Federal falar como será feito", explicou.

O modelo prevê a atuação de equipe de militares da reserva no papel de tutores -diferente das escolas militares, que são totalmente geridas pelo Exército.

As escolas cívico-militares são instituições não militarizadas, mas com uma equipe de militares da reserva no papel de tutores. A meta é aumentar a média do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Segundo o MEC, enquanto a média do Ideb em colégios militares é 6,99, nos civis é 4,94.

NA CÂMARA


O vereador Gustavo Petta (PCdoB), presidente da Comissão de Educação e Esportes da Câmara, protocolou um requerimento onde exige diversos esclarecimentos por parte da Administração.

Petta quer saber se haverá consulta pública, se a Câmara, Conselho de Educação, Fórum Municipal de Educação e Conselho de Escolas serão consultados, além de querer entender o critério para a seleção das escolas. 
 
Já o vereador Pedro Tourinho (PT) fez outro requerimento pedindo o documento que oficializou a adesão, a cópia da ata com aprovação do Conselho de Educação, os motivos para Campinas aderir ao programa e o cronograma dos debates futuros.

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