Aguarde...

ACidadeON

Voltar

cotidiano

Prefeitura suspende edital para usina de compostagem

A licitação foi suspensa para que a Secretaria de Serviços Públicos faça alguns ajustes no edital

| ACidadeON Campinas

A usina foi uma das alternativas encontradas pela Prefeitura para amenizar o problema do armazenamento de lixo na cidade (Foto: Divulgação) 

A Prefeitura de Campinas suspendeu, nesta segunda-feira (2), o edital para contratação da empresa que fará a operação do sistema de compostagem de resíduos orgânicos da cidade. A publicação foi feita no Diário Oficial do Município.

A licitação foi suspensa para que a Secretaria de Serviços Públicos faça alguns ajustes no edital, a partir de questionamentos de empresas participantes do processo.

"O edital deve ser novamente publicado em três dias. A usina está funcionando como piloto e assim prosseguirá até a inauguração, prevista para os próximos dias", disse o governo em nota oficial.

A usina de compostagem vai transformar em adubo orgânico 300 toneladas diárias de galhos, folhas e grama das podas dos espaços municipais da cidade, além de restos de frutas e verduras do Ceasa e lodo de esgoto da Sanasa.

O projeto, chamado de "Reciclar Verde", foi montado em uma área de 164 mil metros quadrados da Fazenda Santa Elisa, do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), e utilizará a compostagem aeróbica para transformar o material.

A usina foi uma das alternativas encontradas pela Prefeitura para amenizar o problema do armazenamento de lixo na cidade: a Administração segue sem uma solução definitiva para a questão e ainda gasta R$ 50 milhões anuais para a Estre Ambiental cuidar dos resíduos da população.

A Sanasa investiu R$ 6,7 milhões na compra de equipamentos para a compostagem. A estimativa é que a empresa envie 90 toneladas por dia de lodo para o local; a Ceasa 80 toneladas diárias de material orgânico; e a Prefeitura mande para compostagem 130 toneladas de restos de podas. O custo mensal da operação seja de R$ 1 milhão, segundo a Administração.

O IAC vai avaliar o adubo depois de pronto e certificar a qualidade do produto, além de utilizá-lo em experimentos científicos. Outra parte será usada nas áreas verdes, como praças, parques e bosques de Campinas. A ideia é que produtores e agricultores, que também atuam na Ceasa, utilizem o produto, vendido por um valor mais acessível pelo Ceasa.

Comentários

"O site não se responsabiliza pela opinião dos autores. Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do ACidade ON. Serão vetados os comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros. ACidade ON poderá retirar, sem prévia notificação, comentários postados que não respeitem os critérios deste aviso."

Facebook

Mais do ACidade ON