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Rosário diz que adequações estruturais motivaram interdição

Vigilância, no entanto, reafirma que restaurante tradicional em Campinas tinha ingredientes vencidos e falta de higiene

| ACidadeON Campinas

Rosário seguirá fechado até que providencie mudanças exigidas pela Vigilância (Foto: Denny Cesare/Código 19)

Dois dias depois de ser interditado pela Vigilância em Saúde de Campinas, o restaurante Rosário, no Centro, negou que a falta de higiene e existência de produtos vencidos sejam os motivos da interdição.

Em nota, o restaurante afirmou que a Vigilância constatou em vistoria a necessidade de substituição de itens, como lâmpadas e telas; a retirada de uma caixa de produtos sem o selo SIF dos rótulos (dentro da validade) e algumas adequações estruturais.

"Um desses ajustamentos refere-se à instalação de uma pia em local determinado. Foram essas modificações que verdadeiramente motivaram a interdição do estabelecimento", informou o restaurante.

O SIF (Serviço de Inspeção Federal) é um selo emitido pelo Ministério da Agricultura que assegura a qualidade de produtos de origem animal comestíveis. Até receber o carimbo do SIF, o produto atravessa diversas etapas de fiscalização e inspeção. O restaurante não explicou porque os produtos não tinham o selo.

De acordo com a direção do restaurante, todas as adequações indicadas pela vigilância do município começaram a ser feitas "imediatamente" após a interdição. "Contratada no mesmo dia, uma empresa coordena uma equipe formada por pedreiros, encanadores, marceneiros e pintores para realizar as obras no Rosário", informou.

A reabertura da casa está vinculada ao término das adequações, que serão vistoriadas pela autoridade municipal.

O QUE DIZ A VIGILÂNCIA

Procurada nesta quinta-feira (9), a Vigilância em Saúde de Campinas informou que mantém o posicionamento emitido ontem (8) sobre a interdição do Rosário. "Após receber denúncias, uma equipe foi ao local e constatou que haviam produtos vencidos, condições de falta de higiene e de boas práticas, o que também ocasionou a inutilização de vários produtos", afirmou, em nota. 


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