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Jonas diz que continuará com o PSDB para disputa eleitoral

Em entrevista ao ACidade ON, prefeito falou sobre eleições municipais, seu futuro político e criticou o governo de Jair Bolsonaro

| ACidadeON Campinas

Jonas Donizette aborda questão políticas na segunda parte da entrevista (Foto: ACidade ON Campinas) 

O prefeito de Campinas, Jonas Donizette (PSB), disse que a dobradinha com o PSDB - que esteve ao seu lado nos dois mandatos de seu governo - vai continuar nas eleições municipais deste ano. O prefeito fez as declarações no Segundona, o programa semanal de entrevistas do ACidade ON Campinas.  

1ª PARTE DA ENTREVISTA: Jonas minimiza licitação do transporte: "o mais difícil eu fiz"

Como está em seu segundo mandato consecutivo, Jonas não poderá concorrer à reeleição este ano. Segundo ele, ainda não há definição sobre o nome que apoiará para sucedê-lo. Mas que seu partido continuará ao lado do PSDB. "Eu e o Carlos Sampaio (deputado federal de Campinas pelo PSDB) somos duas forças políticas. Quando nos unimos, ganhamos duas eleições", disse Jonas.

FUTURO POLÍTICO

Jonas também disse que tem a pretensão de se lançar candidato a algum "cargo majoritário de nível estadual" em 2022. "Pode ser como senador, vice-governador ou governador. O que exatamente vai depender das circunstâncias, do momento", afirmou.

POSICIONAMENTO IDEOLÓGICO

O prefeito de Campinas disse que ideologicamente se posiciona à "centro-esquerda", embora tenha tomado decisões no campo mais conservador - como o apoio à Reforma da Previdência e ao modelo de escola cívico-militar do governo Jair Bolsonaro (sem partido).

"Não vejo essas decisões como conservadoras. A escola cívico-militar é um modelo que eu achei que a população poderia escolher se quer ou não. No caso da Reforma da Previdência, ela é necessária. A Previdência tem um déficit muito grande. Os números não mentem", disse.

AVALIAÇÃO DE BOLSONARO

Questionado a respeito do primeiro ano de governo do presidente Jair Bolsonaro, Jonas disse que "não dava pra esperar nada diferente". "Não precisava de determinadas coisas, algumas atitudes pessoais. Poderia ter outro tipo de comportamento. Também é um governo que não tem projeto."

VEJA A ENTREVISTA COMPLETA 


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