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Prefeitura publica edital para reforma do Centro de Convivência

O CCC está fechado há cerca de nove anos, com alguns momentos de abertura do Teatro de Arena

| ACidadeON Campinas

Teatro de Arena, que faz parte do complexo do Centro de Convivência (Foto: Divulgação/ Prefeitura de Campinas) 

A Secretaria de Cultura de Campinas abriu, nesta terça-feira (28), a licitação para a reforma do Centro de Convivência Cultural. O CCC está fechado há cerca de nove anos, com alguns momentos de abertura do Teatro de Arena, como no Natal de 2014.

De acordo com a publicação no Diário Oficial de hoje, a entrega dos envelopes por parte dos interessados ocorre no dia 3 de março, seguida pela sessão pública de abertura das propostas. 

O valor liberado para esta primeira fase de obras é de R$ 19,1 milhões, que serão repassados através de um convênio já assinado com o governo do Estado.

Nessa primeira etapa será feita a recuperação estrutural, com intervenções no novo sistema de drenagem, eliminação de infiltrações, de fissuras e reparos em ferragens; impermeabilização e substituição completa das redes elétrica e hidráulica do prédio.

O valor total da reforma no CCC é estimado em pouco mais de R$ 40 milhões. O dinheiro faz parte dos R$ 80 milhões previstos para a construção de um Teatro de Ópera no Parque Ecológico, projeto que acabou suspenso ainda no primeiro mandato do prefeito Jonas Donizette (PSB).

"A segunda fase vai ser a parte de dentro do teatro. Vamos reformar palco, o fosso. O equipamento cênico será mecanizado, cabine de som e luz além de outros detalhes", explicou o secretário de Cultura, Ney Carrasco.

De acordo com o mandatário da Pasta, caso os prazos ocorram dentro da normalidade, a primeira fase das obras deve começar no início do segundo semestre e vai levar entre um ano e um ano e meio para ser finalizada.

NOVELA

Os R$ 40 milhões são o valor total previsto para a reforma na licitação aberta pela Prefeitura no começo do ano de 2019. O processo foi suspenso em abril, a pedido da Secretaria de Infraestrutura, para poder responder aos questionamentos técnicos feitos por interessados na obra.

Depois disso, houve uma nova rodada de negociação com o Estado e a verba foi dividida em duas partes. Quando a primeira fase for finalizada, o Estado vai liberar a segunda.  

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