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Caso Andrew: petição on-line cobra agilidade em investigações

Eles também querem que seja pedida a prisão preventiva de um homem identificado apenas como Osmar que é suspeito da morte de Andrew

| ACidadeON Campinas -

Família e amigos querem justiça para morte de jovem. (Foto: ACidade ON Campinas)

Familiares de Andrew Silva Jaroczinski, de 19 anos, morto no último fim de semana após uma briga no bar Velho Casarão, no Centro de Campinas, criaram uma petição on-line que já conta com mais de 5 mil assinaturas para pedir que a Polícia Civil acelere as investigações do caso.

Eles também querem que seja pedida a prisão preventiva de um homem identificado apenas como Osmar, que é irmão de um dos proprietários do bar, e que teria desferido a facada que matou Andrew e também feriu outro rapaz.

Em uma manifestação realizada na noite desta sexta-feira (14) em frente ao bar, familiares e amigos exibiam cartazes com um QR Code que leva à petição. Ela pode ser acessada neste link: clique aqui.

Na última quinta (13), a Polícia Civil de Campinas informou que ainda não pediria a prisão preventiva do suspeito de assassinar Andrew e que o homem será um dos últimos a ser ouvido - o que deve acontecer na próxima segunda-feira (17).

O delegado Hamilton Caviola explicou que não fez o pedido de prisão pois aguarda reunir mais provas contra o suspeito e ouvir mais versões sobre a briga.

A advogada da família de Andrew, Alaina Benedita dos Santos, disse que trabalha para provar que o jovem não se envolveu na briga que culminou em sua morte. "Já temos bastante provas e testemunhas", disse.  



O CASO

Andrew Silva Jaroczinski, de 19 anos, estava no bar Velho Casarão quando uma confusão começou no final da noite de sábado. Segundo a Polícia Civil, a briga generalizada foi causada porque um dos garçons do bar derrubou ketchup na calça de um cliente. Houve uma discussão seguida de briga. Nesse primeiro momento a vítima não estava. Mas Andrew acabou envolvido na sequência das discussões, assim como amigos que estavam com ele.

O jovem ainda foi perseguido por diversas pessoas, derrubado e agredido na Rua José Paulino.

Além de Andrew, outros dois jovens de 20 e 23 anos também foram feridos. Um deles também foi atingido por uma facada dada pelo suspeito da morte de Andrew. O irmão do suspeito, em depoimento à Polícia Civil disse que ele teria dado a facadas porque viu que Andrew e seus amigos o agrediam.  



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