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Campinas chega a 3.565 casos de dengue desde janeiro

Balanço divulgado na tarde desta sexta-feira (26) aponta que a região com maior volume de casos é a Noroeste, com 978 confirmações

| ACidadeON Campinas

Eliminar o criadouro da dengue é a forma mais eficaz de combater o vetor da doença, o mosquito Aedes aegypti (Foto: Fernanda Sunega/PMC)
Os casos de dengue em Campinas já somam 3.565 neste ano, segundo o balanço divulgado pela Secretaria de Saúde nesta sexta-feira (26). Os casos foram registrados ente 1º de janeiro e 23 de junho. A incidência é de 292 casos por 100 mil habitantes. 

Um morador da região sul morreu em decorrência da doença. Trata-se de um homem de 73 anos que faleceu em 14 de abril. A vítima era diabética e hipertensa. 

O balanço divulgado na tarde desta sexta-feira (26) aponta que a região com maior volume de casos é a Noroeste, com 978 confirmações. Em seguida aparece a região Sudoeste, com 949; a Norte, com 883; a Leste, com 451, e a Sul, com 304 casos.  

A Prefeitura diz que mantém um programa de controle e prevenção da doença por meio do Comitê de Prevenção e Controle das Arboviroses. No entanto, ressalta que cada cidadão, precisa fazer a sua parte, destinando corretamente os resíduos e evitando criadouros. 

Segundo o Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa), 80% dos criadouros estão dentro de casa. 

COMBATE 

Entre 1º de janeiro e 22 de junho deste ano, 297.627 imóveis foram visitados pelas equipes de Saúde para controle de criadouros. No mesmo período, 154.313 imóveis localizados em áreas de transmissões foram nebulizados. 

De 1º de janeiro a 2 de maio foram coletadas 10.141 toneladas de resíduos despejados irregularmente na cidade; 1.423 toneladas de resíduos foram recolhidas na Operação Cata-Treco e outras 10.621 toneladas de resíduos foram recebidas nos ecopontos. 

A Secretaria de Saúde alerta que para acabar com a proliferação do mosquito é preciso evitar acúmulo de água e remover latas, pneus e outros objetos. Os vasos de plantas devem ter a água trocada a cada dois dias. É importante, também, vedar a caixa dágua. Os vasos sanitários que não estão sendo usados devem ficar fechados.

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