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Banqueiro Aloysio de Andrade Faria morre aos 99 anos em Jaguariúna

Fortuna estimada de herdeiro é de R$ 8,32 bilhões, segundo a Forbes; ele era o integrante mais antigo da lista de mais ricos do Brasil

| ACidadeON Campinas

 

O banqueiro Aloysio de Andrade Faria (Foto: Folhapress)

O banqueiro Aloysio de Andrade Faria morreu aos 99 anos em uma fazenda em Jaguariúna na manhã desta terça-feira (15), segundo o Conglomerado Alfa, empresa da qual ele era acionista marjoritário. De acordo com a revista Forbes, a fortuna estimada dele é de R$ 8,32 bilhões.

O valor ainda será publicado em ranking deste ano, mas Aloysio era o integrante mais antigo da lista de mais ricos do Brasil. Ele se tornou diretor-presidente do Banco da Lavoura de Minas Gerais, fundado pelo pai, aos 28 anos.

Depois, o banco se tornou o Banco Real. Desde então, está no ramo bancário.

"É com imenso pesar que nós, do Conglomerado Alfa, comunicamos o falecimento do nosso acionista controlador, Dr. Aloysio de Andrade Faria, ocorrido hoje em sua fazenda na região de Campinas, aos 99 anos, de causas naturais", informou o Conglomerado Alfa.

O grupo tem diversas áreas de atuação, entre elas os ramos financeiro, agronegócios, alimentos, materiais de construção, comunicação e cultura.

QUEM ERA

Antes do setor bancário, Aloysio se formou em medicina pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e chegou a exercer a profissão por dois anos.

Faria foi ainda membro do Comitê de Investimentos das Nações Unidas e recebeu a Comenda da Ordem do Rio Branco, uma condecoração oferecida pelo governo federal.

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