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Veja datas previstas para a 1ª fase de vacinação contra a covid e os grupos

As vacinas inicialmente só serão aplicadas pela rede pública. Clínicas particulares acreditam que só poderão aplicar a imunização no fim do primeiro semestre do ano que vem ou em 2022

| Folhapress -

Governo de SP divulgou ontem o plano de vacinação. (Foto: Governo do Estado/Divulgação)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A primeira fase do cronograma de vacinação contra o novo coronavírus no estado de São Paulo terá nove semanas entre o próximo dia 25 de janeiro e 28 de março , segundo disse o governador João Doria (PSDB) nesta segunda-feira (7), em entrevista no Palácio dos Bandeirantes. Serão vacinados primeiro profissionais de saúde, pessoas com mais de 60 anos e grupos vulneráveis como indígenas e quilombolas. 

De acordo com o governo, serão 18 milhões de doses da vacina chinesa Coronavac, produzida em parceria com a farmacêutica Sinovac e o Instituto Butantan.   

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A vacina ainda precisa de autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). O estudo acerca da eficácia da Coronavac será divulgado até semana que vem e, se tudo correr como espera o governo, seu registro será pedido imediatamente na Anvisa. A vacina ainda está na fase 3 de testes.  

As vacinas inicialmente só serão aplicadas pela rede pública. Clínicas particulares acreditam que só poderão aplicar a imunização no fim do primeiro semestre do ano que vem ou em 2022.  

Na semana passada, o Butantan recebeu 600 litros a granel da vacina chinesa Coronavac, correspondente a um milhão de doses.  
 
DATAS  E GRUPOS
 
A vacinação será escalonada para as duas aplicações necessárias da Coronavac. O grupo profissionais de saúde/indígenas/quilombolas receberá sua primeira dose em 25 de janeiro e a segunda, em 15 de fevereiro.  

Quem tem 75 anos ou mais, 8 de fevereiro e 1º de março. De 70 a 74 anos, 15 de fevereiro e 8 de março. De 65 a 69 anos, 22 de fevereiro e 15 de março. Por fim, de 60 a 64 anos, 1º de março e 22 de março. Outras fases da vacinação ainda serão anunciadas.  

Num movimento politicamente relevante, serão oferecidas 4 milhões, das 46 milhões de doses que o estado planeja ter à disposição em janeiro.  

A linha de corte para a primeira leva de vacinação, 60 anos ou mais, decorre do fato de que 77% das mortes por Covid-19 no estado foram nessa faixa etária. No Censo de 2010, o grupo equivalia a 11,5% dos paulistas. Hoje São Paulo tem 46 milhões de habitantes.
  
LOCAIS 

Conforme o governo, além da vacinação nos 5.200 postos de saúde do Estado, a ideia é ampliar em mais 10 mil pontos os locais para imunização. com a utilização de escolas, quartéis da Polícia Militar, estações de trem, farmácias e sistema drive-thru.  

As vacinas serão aplicadas de segunda a sexta das 7h às 22h. Aos sábados, domingos e feriados, das 7h às 17h. O governo diz que poderá ampliar os horários.  

Ao todo, 54 mil profissionais de vacina estarão envolvidos nesta primeira etapa de vacinação. Está prevista a utilização de 27 milhões de seringas e agulhas e 5.200 câmeras de refrigeração, entre outros.  

Segundo o governo Doria, até este domingo (6), o estado de São Paulo contabilizava 43.015 óbitos e 1.287.762 casos confirmados do novo coronavírus. Na capital paulista são 14.697 mortes e 423.775. Boletim da Secretaria Municipal da Saúde, gestão Bruno Covas (PSDB), há 1.036 pessoas internadas com a Covid-19 em hospitais municipais ou em leitos contratados pela prefeitura. A taxa de ocupação é de UTIs é de 57%.

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