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Anvisa recebe pedido de uso emergencial do Butantan

A meta da Anvisa é fazer a análise do uso emergencial em até 10 dias

| ACidadeON Campinas

Coronavac é feita pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac (Foto: A7 Press/Folhapress)

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) recebeu nesta sexta-feira (8) o pedido de autorização temporária de uso emergencial, em caráter experimental da vacina Coronavac. O pedido foi enviado pelo Instituto Butantan, que no Brasil conduz os estudos da vacina desenvolvida pela empresa Sinovac.  

Segundo a agência, a Anvisa já iniciou a triagem dos documentos presentes na solicitação e da proposta de uso emergencial que o laboratório pretende fazer.   

Ontem (7) o Butantan divulgou os dados com o resultado da eficácia da Coronavac, que atingiu 78% de eficácia nos estudos conduzidos no Brasil. Durante a noite, o Ministério da Saúde anunciou a assinatura de contrato com o Instituto Butantan para adquirir até 100 milhões de doses da vacina Coronavac contra a covid-19 para o ano de 2021 (leia mais aqui)

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Segundo a Anvisa, as primeiras 24h a partir de agora serão utilizadas para fazer uma triagem do processo e checar se os documentos necessários estão disponíveis. Se houver informação importante faltando, a Anvisa pode solicitar as informações adicionais ao laboratório. O prazo de 10 dias, não considera o tempo do processo em status de exigência técnica.  

Para fazer sua avaliação, a Anvisa vai utilizar as informações apresentadas junto com o pedido e também as informações já analisadas pela Anvisa por meio da Submissão Contínua. A análise do pedido de uso emergencial é feita por uma equipe multidisciplinar, envolve especialista das áreas de registro, monitoramento e inspeção. A equipe vem atuando de forma integrada, com as ações otimizadas e acompanhadas pela Comissão que envolve 3 Diretorias da Agência.  

A meta da Anvisa é fazer a análise do uso emergencial em até 10 dias, descontando eventual tempo que o processo possa ficar pendente de informações , a serem apresentadas pelo laboratório.   

De acordo com o plano do governo estadual, o planejamento é iniciar em São Paulo a vacinação em 25 de janeiro. 


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