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Após chuva, Prefeitura fará novo estudo para combater enchentes

Chuva de domingo causou diversos estragos na cidade, incluindo a ciclovia da Norte-Sul; novo levantamento incluirá mais pontos críticos

| ACidadeON Campinas

Ciclovia da Norte-Sul após a chuva de domingo (Foto: Fernanda Sunega/PMC) 

Após a chuva de domingo (10) que alagou diversas ruas e causou estragos em Campinas, incluindo a ciclovia da Norte-Sul, a Prefeitura fará um novo estudo para combater as enchentes na cidade. Atualmente, já existe a necessidade de ampliação de vazão em córregos e contrução de piscinões, mas a Administração informou que ele não contempla todos os pontos críticos.

Segundo a Prefeitura, os estudos existentes identificam a necessidade de ampliação da vazão conduzida pelos canais de córregos e ribeirões; a construção de piscinões; e redimensionamento de redes de galerias pluviais, e outras necessidades que possam surgir agora.

Os custos estimados das obras ainda serão definidos e o prazo para finalização do documento também não foi informado pela Administração.

O anúncio da elaboração desse Termo de Referência foi feito nesta terça-feira (12). "Vamos atualizar e a ampliar os estudos, por meio das equipes das áreas de Serviços Públicos, Infraestrutura e Sanasa, para, envolvendo questões técnicas e econômicas, definir as medidas de contenção necessárias para enfrentar as enchentes nos pontos mais críticos", disse o prefeito Dário Saadi.

Os principais pontos onde ocorrem as enchentes são as microbacias do Ribeirão Anhumas, que incluem o córrego Serafim, na Avenida Orosimbo Maia; o córrego Proença, na Avenida José de Souza Campos (Norte-Sul); e principalmente na cabeceira do Ribeirão Anhumas, no trecho da Avenida Princesa D´Oeste, que vai do Jardim São Fernando até a ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) Anhumas, na região da Rodovia D. Pedro I, incluindo o Guará, no distrito de Barão Geraldo; o córrego Piçarrão, na bacia do Piçarrão, área do antigo Curtume, na Vila Industrial; a área do antigo Kartódromo, no Parque Taquaral, perto da Lagoa do Taquaral; e a Avenida Paulo de Camargo Moraes, no Jardim Campos Elíseos.

Desde 2007 várias análises foram feitas, as quais dão subsídios para o desenvolvimento de alternativas até o atual estudo, mas não contemplavam todos os pontos, que foram incluídos agora.  



EM ANDAMENTO


Está em andamento a obra de macrodrenagem na bacia do Ribeirão Quilombo, a construção de uma barragem com capacidade de volume de reservação de 363 mil metros cúbicos de água (363 milhões de litros), para conter inundações no entorno do córrego da Lagoa, que faz parte da bacia do Ribeirão Quilombo e abrange os bairros Jardim Campineiro, Jardim São Marcos e Jardim Santa Mônica, região norte da cidade. A previsão é de que esta obra seja concluída até o fim deste ano.


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